"Ascensão e queda": romance de estreia!

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Contos de Wander Shirukaya

Para aqueles que querem conferir o que tenho escrito, dêem uma olhada aqui!

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O híbrido e a arte

Animes, cinema e literatura

Procurando entrevistas?

Amanda Reznor, André Ricardo aguiar, Betomenezes... Confira estes e tantos mais entrevistados por Wander.

23/05/2011

I Sarau do Caixa Baixa

Atenção, amantes da literatura. O Núcleo Literário de jovens escritores do estado da Paraíba, que atende pelo nome Caixa Baixa,  realizará no Salão Panorâmico do Estação Ciência - Cabo Branco, João Pessoa - PB, às 19:00h, o seu primeiro evento de literatura, divulgado como I Sarau do Caixa Baixa. Os integrantes do grupo (eu incluso), estarão lá para leitura de contos e poemas, além do bom e velho microfone aberto à espera de novos poetas. Apareça por lá e tenha uma bela noite regada a muita arte (espero que tenha uma cervejinha também). Enjoy!

21/05/2011

Criticando e sendo criticado

A postagem de hoje serve para algumas observações, que infelizmente são da teoria de todos, mas nem sempre se apresentam na prática do dia-a-dia. Deparei-me com fatos curiosos nos últimos tempos acerca de críticas a trabalhos dos mais diversos segmentos, mas com reações um tanto desastrosas. Não pretendo defender o crítico, nem tampouco o criticado, apenas explicitar algumas condutas que deveriam ser levadas em conta. 
Amigos, convenhamos, criticar é necessário. A vida sem crítica se tornaria insuportável e descambaria para um abismo onde ninguém teria capacidade de avaliação, escolha e aprimoramento de suas particularidades, por mais diversas que possam ser. A idéia do "faz-melhor-não-critique" também não se apresenta como boa pedida, já que não é necessário ser médico para criticar eventuais falhas deste, por exemplo, do mesmo modo que os leigos também podem dar o seu plá quando o assunto é literatura. A fazmelhornãocriticagem entrava a liberdade de expressão por que tanto lutamos. Entretanto, isso não dá direito de se achar como único ser possível para expressão, ainda mais diante de alguém que possua conhecimento mais específico sobre determinado assunto. Em outras palavras, o ponto de vista do leigo pode conviver sem muito problema com o do especialista, sem necessidade de chiliques por parte de qualquer um deles. No mais, vale ao que critica, especialista ou não saber que do momento que ele expõe seu ponto de vista, estará propenso à novas críticas; isso faz com que busquemos cada vez mais um bom senso na hora de criticar algo/ alguém. 
Quanto a ser criticado, o que vale é a percepção de que, desde que não se parta para ofensa de cunho pessoal, o crítico pode se expressar como bem entender, cabendo ao criticado o discernimento para perceber o que lhe é útil, bem como o que requer uma réplica de sua parte. Virginia Woolf (foto), por exemplo, escrevia crítica com acidez e com uma linguagem quase poética (algo cada vez mais condenável nos dias de hoje); isso não a impediu de fazer crítica, mesmo com muita gente tendo interpretações errôneas ou se ofendendo com seus textos. Ora, não caiamos na puerilidade de achar que o fato de que alguém tem algo contra nós signifique que ele seja totalmente contra nós. Pensar desta maneira destrói a cordialidade e entrava nossoa própria capacidade de filtrar críticas no intento de um progresso.  Talvez este post pareça um tanto confuso, mas sua função principal já está bem destacada. Avaliar como se portar no jogo crítico é algo simples, que nossos egos muitas vezes querem complicar. Observemos o que andamos falando e o que falam de nós sem estrelismos ou ataques epilépticos (com todo respeito a eles). O mundo já esteve perto de acabar várias vezes, uma hora dessa acaba mesmo e perdemos nosso tempo dando dimensões exorbitantes a coisas que nem sempre seriam dignas de serem comentadas. Enfim, boa sorte a nós que temos tido coragem de dar a cara a tapa.


19/05/2011

Poesia pra dar em doido!


Boa tarde a todos os (poucos) amigos que visitam este humilde blog. Retomo as postagens por aqui primeiramente pedidndo descilpas pela atualização vagarosa, que tem sido relacionada a problemas de ordem pessoal. Procurarei então colocar mais coisas por aqui para não deixar o blog às moscas. 
Bom, de mais  a mais vamos à notícia: estive ontem na noite de abertura da IV Semana da Luta Antimanicomial de João Pessoa - PB, acontecida no Complexo Psiquiátrico Juliano Moreira. O interessante e inusitado desta vez foi a iniciativa do louco - e bom - poeta Lau Siqueira (foto), que resolveu trazer à todos o seu livro Poesia sem pele naquele lugar. Quebrando com aquela velha formalidade típica de lançamentos de livros, o evento foi bastante lúdico, o que parece ter trazido grande satisfação aos presentes. Comentou-se também, por meio das palavras do poeta, o estranhamento causado por parte da crítica com a idéia de visitar um manicômio para o lançamento de poesia. Neste sentido, tudo me pareceu ter sido uma maneira bela e eficiente de chamar a atenção para a pessoa que vive em núcleos de apoio psiquiátrico, geralmente excluídas (mais do que nós) da sociedade. O resultado foi muito bom.
O evento contou com a presença de uma turminha de peso para a arte, como Linaldo Guedes, como também do mundo político-administrativo, como o atual governador paraibano Ricardo Coutinho. A ilustre (ou deveria dizer ácida?) presença do Caixa Baixa também marcou; estiveram lá além do que vos apresenta esta matéria Félix Maranganha, Joedson Adriano, Guga Limeira e Jairo César - este último tendo ficado na incumbência de apresentar a todos o livro de Lau. Curioso desta apresentação foi a rápida, repentina e barulhenta chuva que chamou a atenção de todos, sem ter tirado o brilho do evento. No saldo, tudo correu muito bem. Parabéns ao poeta Lau Siqueira pelo lançamento, esperamos que mais atitudes interessantes como esta apareçam em João Pessoa e alhures.

O blog de Jairo César, Escritos no ônibus, também comentou este evento. Passe lá e confira!

Foto: acervo pessoal.

04/05/2011

Entrevistando Aline Vieira



Mais um flashback aqui no blog, desta vez trago pra vocês uma entrevista fita com a Fotógrafa Aline Viera,  em Janeiro de 2009 (como o tempo passa, não é?) Bom, vamos a ela:
Blog Itambé Rock - O Blog entrevista hoje a artista Aline Vieira, fotógrafa recifense q vez ou outra aparece pela nossa vizinha Goiana. Conversamos com ela sobre essas coisas de artista. Que coisas? Leia abaixo:




Blog Itambé Rock - A fotografia vista como arte não é tão difundida quanto a musica e a literatura, por exemplo. Vc concorda com isso? Por quê? 
Aline Vieira - Acho que ela pode ser difundida sim. Depende da "mente aberta" do fotográfo... Se ele fica preso a algo específico do tipo que só fotografa coisas, ou pessoas... Não gosto de restringir na-da. Mente aberta para o acesso da música, literatura e das fotos. Para mim elas tem um conjunto, gosto de conciliar...
Exemplo: levo um mp4 para me inspirar, depois tiro fotos diversas. Com elas editadas, me inspiro, faço um poema - outro prazer particular... 

BIR - Entendo. Mas eh uma pena q a fotografia nao tenha a mesma repercussão que a música, não?

Aline - A fotografia não tem essa facilidade de acesso que a música tem. As pessoas gostam de imagens principalmente quando existe a união de textos, músicas, com as fotos. Hoje em dia, vale mais uma pessoa com curso do que o dom e habilidade que ela possui. Bem, eu não tenho curso, mas sei dos meus dons (não sou modesta); é claro que sei da minha necessidade de aprimoramento, ela tem ocorrido com o passar dos anos, meses, dias...
Tudo influi. TUDO.

BIR - Algum projeto em mente para este ano?

Aline - Projeto na fotografia para ser constituído é como um livro, leva um tempo para você criar algo, até porque quando se faz exposição de fotos você tem que ter um tema, e minhas idéias ainda estão muito misturadas, com mais tempo, poderia criar algo... Aqui em recife, se você corre atrás, eles lhe ajudam muito com esse "ponta-pé" para exposições



BIR - Vai haver pontapé na poesia, já q vc diz q faz poemas tambem?

Aline - Penso em criar um livro. Mas tudo isso, para mim, tem que ser com cautela, perfeccionismo rola solto na minha mente.


BIR - Qual a mensagem q vc deixa aos leitores daqui do Blog?

Aline - Que para saber sobre uma "boa foto", é só reparar aos detalhes, a junção do fotógrafo do fundo da imagem, o que ele quis captar, o que ele viu, e o que ele quer que você veja. Abrir a mente é chave.

BIR - Obrigado, menina! 

Aline - De nada (:

Fotos cedidas pela artista

25/04/2011

Sobre "Desabrochar"


Mais um conto acabado. Ainda na linha que venho desenvolvendo que envolve suaves doses de erotismo aos textos, eis que crio a história de Yasmin, adolescente que se encontra no impasse de ter ou não de se abrir a respeito da noite em que perdera sua virgindade com o marido de uma professora. Na mesa do café, os três, (ela dormiu na casa do casal por acaso) como se nada tivesse acontecido. O remorso, por outro lado, corrói a mocinha, que se sente frustrada por ferir os principios tão ensinados pelos pais. A lágrima insiste em pedir passagem, quando a professora a quastiona se dormiu bem. O final...

22/04/2011

Paraíba mal representada




Caros amigos, comento brevemente uma notícia que me foi passada por meus amigos da Caixa Baixa e exibo-a para que vocês tirem suas conclusões. Seguinte: o professor e poeta Amador Ribeiro Neto, no intento de compor uma antologia de poesia contemporânea da paraíba, trata, até infantilmente, a Paraíba como se esta se resumisse à João Pessoa. Deixo vocês com a justificativa que ele dá para tanto. Pessoalmente, acredito que, em tempos em que se fala de preconceito contra nordestinos, ver o próprio nordeste desdenhar o todo para ficar com uma porção apenas é no mínimo esquisito. Nada contra esta porção, mas há mais chão a percorrer; cabe a nós, que tentamos observar a produção artística da Paraíba e do Nordeste em si, alçar vôos mais altos em vez de olhar tudo sentado num beco sem saída ou em frente a TV. Tenho certeza que há muita arte esperando nossa atenção embrenhada nas rachaduras do chão ressecado pelo preconceito. Bom, aqui vai o texto:

14/04/2011

Livro I; Cap. XVIII: A final, afinal!

Eis que o que os heróis mais repudiavam aconteceu: os dois grupos chegaram à final do torneio, tendo de disputar a tão sonhada premiação entre eles mesmos. Não era do desejo de Saruman, Gimli e Milo nem de  Hildegard, Dankill e Legolas render-se para que um grupo ficasse com o prêmio. Como é de avaliar, há nisso uma ponta de ganância, afinal, o dinheiro serviria para a gtravessia que fariam, mas e quanto à armadura? Com quem ficaria? 
Foi uma luta violenta.  Apesar de haver um mago no primeiro grupo, Saruman, a batalha se fazia equilibrada, graças aos seus dotes mágicos. Mesmo assim, o resultado saiu positivo para o outro grupo, dotado visivelmente de um vigor físico invejável, que sobrepujou, ao menos ali, o poder da magia; como Milo também não era um combatente vigoroso, o resultado sai mesmo positivo aos brutos. De comum acordo, a armadura do dragão (este nome vinha de sua confecção, feita em grande parte do couro do bicho) ficou para Dankill, o dinheiro foi guardado, pois agora poderiam encaminhar-se ao porto e pagar para atravessar o continente ao encontro da misteriosa vila Parn.

Continua...

08/04/2011

Acho que ouvi um ganido: por que é tão difícil achar uma letra boa? (parte VIII)





Geralmente esta série traz para vocês exemplos de como construir boas canções, tentando ser bastante diversificado quanto aos inúmeros critérios de seleção que podemos utilizar nesta lida. Hoje trazemos algo um pouquinho diferente, talvez exemplificando de maneira lúdica e brilhante como não devemos proceder se quisermos ter uma boa letra de música. Por outro lado, o trecho de um episódio de Phineas and Ferb que mostro aqui exemplifica toda a idéia que é comumente comentada acerca da produção artística em série, e sobre como se enquadrar aos padrões impostos pela indústria de entretenimento (se bem que é possível também perceber como a prórpia indústria satiriza o que prega e também transforma isso em mercadoria). Portanto, observem no vídeo como é simples "fazer sucesso" e reflitam. Esse tipo de música está no seu playlist? Seriam estas realmente músicas boas, obras de arte? O que falta ou sobra na letra? Enfim, deixo esta reflexão a cargo de vocês que me visitam.

05/04/2011

Enrevistando Mago

Continuando o revival de matérias do Blog Itambé Rock, hoje mostro a entrevista que o Mago, vocal da Prisma Orbe, me deu há um bom tempo atrás. Nela é possivel para vocês observarem quais as expectivas e o que realmente tem se desdobrado. Eis a entrevista:

Figura importantíssima e muito conhecida do cenário alternativo de Goiana, Luziano Jardim, conhecido da turminha como Mago, fala das magias q faz para tudo dar certo em seus projetos por lá.

Blog Itambé Rock - Vc é um cara d muitos projetos dentro cenario rock d Goiana. Como vc faz para conciliar todos esses projetos?


Mago - Hoje em dia os projetos que participo é ligado às bandas que toco (Prisma orbe, a Mr. Magoo e a Caixa Valvulada. Devido o trabalho fica difícil de conciliar. Antes não...


BIR - Como lida com isso?


Mago - é como eu disse, no mundo capitalista em que vivemos, temos que optar em fazer um pouco de cada coisa, antigamente não podiamos entrar em qualquer movimento. Hoje não adianta vc querer abraçar o mundo sem estender a mesma para o próximo.


BIR - Os planos para 2009 com as duas bandas? Quais são?


Mago - Cara, são 2 bandas, mas uma banda, vou explicar: com a saída do baixista da Prisma Orbe ficou tudo que virado na banda. Então propus para os demais que formacemos uma outra banda, que seria a Prisma Orbe tocando versões. Há ainda uma peça de teatro. Essa peça de teatro sou eu que vou fazer.


BIR - Sobre o q trata essa peça? Alguma idéia definida?


Mago - As Quixotadas de Dom Quixote! Dom Quixote e Sancho Pança caem aqui no sertão nos tempos de lampião.

BIR - Q mensagem vc deixa para a galera aki do blog?
 
Mago - Faz o que tu queres, há de ser tudo da lei, salve Raul!!!!!!!!!!!!!!!!!
 
BIR - [risos] Obrigado, boa sorte nesse 2009!
 
Mago - Blz.

02/04/2011

Como foi o recital de 26/03 (parte II)

O recital promovido pelo Silêncio Interrompido contou, como já vimos com muitos poetas e desenhistas, mas houve também apresentação musical. Não sei por que e nem informaram a razão a banda The Blue Tomato, que constava no cartaz de anúncio do evento, não ter se apresentado. Por outro lado, a Rapaziada Voz Ativa - RVA, também prata da casa, marcou presença e mandou com excelência o seu som para o grande número de cabeças pensantes no local, compondo um show super legal e divertido. Deixo agora, para terminar e como prometido, o vídeo que fiz da abertura do recital, contando com a performance do poeta e amigo Philippe Wollney. Observem, absorvam, devoremm, aprendam...



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