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31/08/2011

A fidelidade em debate (parte I)


Lá vamos nós para mais uma discussão. Já comentamos um pouco aqui sobre as relaçãoes entre o conto e o curta-metragem, citando inclusive o assunto deste post: a fidelidade. Alerto aos paraquedistas que acham que vamos falar de questões éticas e amorosas que não é este o caso. Vamos expor apenas alguns pontos sobre o que devemeos ter na cabeça quando pensamos em "fidelidade" de uma adaptação artística. 
É muito comum, ao nos depararmos com  uma adaptação fílmica, por exemplo, e ao término do filme o avaliar baseando-se se ele foi "fiel" ao texto de origem. Mediante isso, criam-se duas "facções": a dos que acham que fidelidade é essencial e não deve ser quebrada nunca - na adaptação de O senhor dos Anéis (foto), famosa por ser muito fiel, ainda teve gente que reclamou (Que merda! Cadê Tom Bambadil?) . Por outro lado, temos um grupo que defende a autonomia do filme, dizendo que filme bom é aquele que se desprende ao máximo da tal fidelidade. Ora, chegamos a um impasse: quem tem razão nesta briga? Qual a importância da fidelidade? 
Para nortear um pouco nossas especulações exponho que o problema geral nesta questão vem de se usar a tal fidelidade como indicador de valor, o que me parece equivocado. Nenhuma adaptação é boa só por ser fiel ao texto-fonte. O contrário também não sustenta. Até hoje no mundo da arte acredito que não se tenha critério melhor para se avaliar uma obra do que a sua forma, sendo assim muito importante que conheçamos as especificidades dos dois tipos de textos que lidamos para poder saber se realmente a adaptação foi bem composta, independente do tipo de suporte. Exemplificamos o caso com a adaptação fílmica por causa de sua maior exposição, mas também falamos de outros tipos de adaptação, pois um poema pode virar uma canção, uma canção pode virar uma série de TV, uma série pode virar jogo de videogame, ou seja, as possibilidades são muitas. Recomendo aos interessados a leitura dos estudos da Linda Hutcheon, que abrangem uma gama muito variada de adaptações com que lidamos, inclusive para jogos de RPG. 
Mediante as observações aqui feitas, deixem  seus comentários sobre o que acham da fidelidade nas adaptações. Em breve daremos sequência à discussão com alguns exemplos interessantes. Até mais.


28/08/2011

Sobre "Perfeição"

A tempestade produtiva não pára!  Esta semana a crição de contos, que andava um tanto estagnada, caminhou com certa velociadade. O último fruto desta caminhada  foi o conto Perfeição, que também faz parte da minha leva de adaptações, sendo a primeira feita a partir de uma música. Para adaptar a clássica - e bela - Venus as a boy, da Björk, busquei um clima bastante intimista, procurando não esquecer o fantástico já que a música tematiza a figura mitpológica mais sexy de todos os tempos. O conto traz a história de uma moça numa mesa de bar, aguardando o marido que saiu para fazer algo de que ela não tem conhecimento. Então um rapaz de beleza incrível se aproxima e a convida para uma louca viagem. Assim que possível, exibo este texto para que vocês julguem os resultados desta viagem. Para inspirar, deixo o vídeo do texto-fonte. Até a próxima!




26/08/2011

Erotilha: o que é isso?

Falemos da poesia - dela mesma, como tanto pregou o bom e velho Aristóteles. Este post servirá para explicar algumas coisas interessantes que venho fazendo.
Aos que já conhecem e tem visitado o blog Tergiverso, espécie de extensão deste, mas voltado apenas para a produção de poesia, em sua maior parte erótica, já deve ter percebido que há também muitos poemas construídos em cima de formas fixas. Amparar-se em formas fixas é sempre uma maneira diverida de desafiar-se e a seus procedimentos estético-criativos. Assim, há quem prefira usar o bom e velho soneto, há quem subverta sua estrutura criando novos padrões rítmicos e há quem arranje organizações pouco convencionais, a exemplo do amigo Joedson Adriano, com seu salgado estilo novo. Procurando uma maneira divertida de fazer poemas, posso dizer que organizei uma pequena organização, a que batizei de erotilha. 
Tomo como exemplo o poema "Ferrão", que você também pode encontrar no blog:

FERRÃO

Senti tremer sua corola
na hora em que te toquei
com feixes de ferroadas
em cada pólen que vi...

Feixes-dedos rijos
violam a violeta:
mel que desabrocha

numa colcha grossa
cobre essa gaveta
que é minha volúpia!

A erotilha (dei esse nome por trabalhar com essa organização em quase todos os poemas eróticos) consiste em três estrofes, sendo a primeira um quarteto de redondilhas maiores, enquanto os dois tercetos são feitos de redondilhas menores. Entretanto a coisa fica um pouco mais complicada de fazer quando imponho certos requisitos às rimas. Note que as rimas da primeira estrofe são internas: a última palavra do primeiro verso rima sempre com a primeira ou segunda palavra do verso seguinte, repetindo o paradigma até o quarto verso, em que a palavara do fim rima com a primeira do verso inicial. Destaquei as rimas em cores para facilitar a visualização. Já nas estrofes seguintes temos algo curioso: o terceiro verso da segunda estrofe rima com o o primeiro da terceira, o segundo rima com o segundo da outra, enquanto - o mais estranho, o primeiro verso da segunda não rima com nada, o que "quebra" propositalmente a harmonia melódica do poema, como se todos os poemas terminassem com uma "nota fora". O emparelhamento das rimas ficaria mais ou menos assim: ABC - CBX, onde X representa a quebra da sonoridade consonante.
De certo, nem sempre obedeço ou consigo obedecer esse modelo, mas há sempre a premissa de encaixar um tema neste molde desafiador. Gostou? Que tal desafiar-se também, neste molde? Se preferir, você que escreve poesia pode criar sua própria cara. E aí? Vai encarar? 

24/08/2011

Sobre "Sangrando a borboleta"

Depois de um bom tempo só de dedicação ao meu primeiro romance, enfim consigo produzir mais um conto novo. Talvez, por influência dos últimos acontecimentos/ estudos, tenha sido por isso que este é mais um dos meus contos fantásticos. Sangrando a borboleta nos apresenta à Rafaela, uma estudante de psicologia que vive um problema a muitas pessoas de sua idade: a busca pela estabilidade de relacionamento. Seu problema está no fato de seu namoro estar, desde sempre, fadado ao fracasso, entre outras coisas por ela e o namorado não terem uma conduta que se possa chamar de exemplar. Decidida a por um fim  na situação, Rafaela pega sua arma. O resultado dos tiros que dispara são um convite a uma narrativa que, creio eu, privilegia aquilo que Borges chamou de "assmobro". Se presta ou não, futuramente os leitores decidirão. Espero que gostem. 

23/08/2011

Como foi o II Sarau do CAIXA BAIXA


Saudações Shirukayanas, pessoal! Saiu com um pouco de atraso, mas saiu: eis a matéria sobre como foi o segundo sarau promovido pelo Núcleo Literário CAIXA BAIXA,  grupo já conhecido dos que visitam este blog. Logo minutos antes do início, o crepúsculo se fazia ao passo em que chegava às bancas de jornais a edição de domingo, 21/08, do Jornal da Paraíba. Nela tivemos nosso primeiro sorriso da noite, afinal, não é todo dia que se ganha uma metéria de uma página completa num jornal de grande circulação. A matéria destacou, além do CAIXA BAIXA, os núcleos Blecaute! e o nacionalmente conhecido Clube do Conto, mostrando que a Paraíba vai de bem a melhor no quesito produção literaturária. Um belo boost para a noite que começava.


Não sei quem criou o boato de que, a cada minuto sem poesia ao microfone, um panda morria em algum lugar. Se assim for verdade, acho que pandas nasceram em vez de morrer, pois a circulação dos poetas foi grande e contínua, sem paradas nem para respirar. Engraçado que para um lugar que pedia não aos palavrões, abro minha participação com um, contido em um de meus poemas eróticos. O amigo Artur, que leu meu poema aqui também o recitou para os presentes. Também saliento a presença de mulheres recitando poemas de amigos, caixabaixeiros ou não, provando que a verve inspirada segue também entre elas.




É pena que nem todos os caixabaixistas puderam comparecer, mas a maiorria esteve lá; quem não esteve compareceu em forma de poema. Assim, caixabaixéticos ou não, foram homenageados Bruno Gaudêncio, Thiago Lia Fook, Lau Siqueira, Águia Mendes, Guilherme Boaventura, Tito Rosas, Cyelle Carmem, Philippe Wollney.
A noite foi regada a cerveja, vinho, absinto (que por sinal foi-se em segundos) e muita poesia, também houve espaço para leitura de contos e piadas bem humoradas. Destaco também a apresentação surpresa do curta-metragem de Carolaine (não tenho a ficha técnica do vídeo, por favor, entre em contato e darei os devidos créditos), que se mostrou bem feito e muito divertido.




Por fim, ficou a certeza de que ainda há quem goste de prestigiar a poesia, bem como a nova literatura paraibana. O gosto de quero mais perdurou em todas as bocas presentes, bem como a admiração dos que, por morarem fora da paraíba, estiveram apenas em pensamento em nossas palavras eufóricas. Que este seja o segundo de muitos, que o terceiro não tarde a chegar e que você que me lê possa presenciá-lo. Até mais. 

Fotos: (1) Matéria de 21/08 do Jornal da Paraíba sobre Caixa Baixa, Blecaute! e Clube do Conto; (2) Roberto Denser recitando o clássico poema "Sou um saco"; (3) A clubecontista Jéssica Mouzinho dando aula de sinuca para o ex-caixa Félix Maranganha (ao fundo); (4) e (5) pessoal provando um tira-gosto enquanto rola a poesia; (6) Betomenezes homenageia Águia Mendes de forma peculiar. Fonte: acervo pessoal.


20/08/2011

Como foi o V Fantasticon (parte II)


Continuando a matéria sobre a Fantasticon, falo agora sobre o que ocorreu no sábado e no domingo. Pela manhã tivemos oficinas dedicadas a quem quisesse aprimorar técnicas literárias. Já a tarde, no espaço temático da Biblioteca Viriato Correia na Vila Mariana - SP, local do evento, podíamos interagir com o mundo steampunk de maneira bastante divertida, além de visitar estandes de editoras, acompanhar inúmeros lançamentos de livros e conversar com autores de literatura fantástica. A presença deles era tão grande que, em determinados momentos, ficávamos em dúvida se conversávamos com autores ou pessoas com outras atividades, fato que comprova, de certa forma, a força crescente do gênero.


Enquanto tudo isto rolava no espaço temático, no auditório tínhamos palestras sobre assuntos relacionados à literatura fantástica, em que tivemos as presenças de editores e autores. Uma audição bastante interessante e particular foi a sobre o panorama historiográfico da literatura fantástica mexicana, apresentada pelo historiador, escritor e antologista Miguel Ángel Fernádez. Do domingo, destaco a interessante fundação da República dos Escritores, uma espécie de núcleo literário com fins mais de preparação do autor para lidar com as adversidades encontradas no mercado editorial/ literário. A apresentação teve ainda um bate-papo via Skype direto da Inglaterra com o consultor literário James Mcsill. Apesar de enfatizarem que era a primeira apresentação do tipo em 3D, não cheguei a ver grande utilidade neste tipo de recurso, o que, claro, não prejudicou a discussão. 


Por fim, as impressões da Fantasticon foram muito boas. Tive a oportunidade de conhecer muitas pessoas, embora não tenha tido me estendido em conversa com a maior parte, devido ao dinamismo do evento. Adquiri alguns livros para uma avalçiação mais minuciosa desta produção literária, que, a julgar pelos três dias do simpósio, talvez não devessem ser tão vivlipendiadas como têm sido. Entretanto, é importante mostrar que a própia Fantasticon denota que há mudança de curso nesta relação difícil entre autores-academia-mercado editorial, o que, por si só já incita a revisão de conceitos mal formados que temos visto, bem como debates salutares (o que, em breve, renderá com este que vos tecla um interessante videocast, espero). Sendo assim, espero ter a oportunidade de estra na próxima reunião da Fantasticon. Agradeço, dizendo ter sido um prazer conhecer toda a turma que conheci. Comentários são sempre bem-vindos. Até. 

Fotos: (1) eu e os grandes escritores (da esquerda para a direita)  Nelson de Oliveira, Ana Cristina Rodrigues e Roberto Causo; (2) painel exibindo capas de antigos livros sci-fi mexicanos, apresentados por Miguel A. Fernández; (3) performers steampunk, entre eles as escritoras Amanda Reznor e Leona Volpe (respectivamente 1ª e 3ª da esq para a dir).

18/08/2011

Como foi o V Fantasticon (parte I)





Pessoal, este escritor que vos fala esteve em "turnê" nos últimos dias por razões acadêmicas, mas destas obrigações também se desdobraram momentos muito bonitos e interessantes, dos quais tentarei expor algumas impressões.
O V Fantasticon - Simpósio de Literatura Fantástica começou um tanto morno na noite de sexta, 12/08. Entretanto, o bate-papo com Tiago Santiago foi basrtante interessante e proveitoso, mostrando como os elementos fantásticos tendem a aparecer até com certa frequencia em nossas telenovelas. Apesar de eu não ser um assíduo espectador deste tipo de programa, é inegável que o fantástico tem se apresentado e conseguindo despertar melhores impressões no público que até então (talvez, em muitos casos até hoje, veja por exemplo, a rejeição à novela Tempos Modernos) resistia a esse tipo de produção, como exemplo, além dos Mutantes, foram citadas obras clássicas como Pantanal, Vamp, O clone e O profeta.  
Após esta palestra de abertura, todos só retornaram no dia seguinte, onde realmente a coisa pegou fogo, como exibirei no próximo post. Até lá. 

Fotos: (1) eu com o pessoal da Revista Fantástica, treinando para propaganda da Colgate; (2) um dos painéis expostos no espaço temático, mostrando curiosidades sobre terror e fantasia na arte feita no Brasil; (3) livros e leitores indo à festa; (4) Tiago Santiago em sua palestra sobre o fantástico nas telenovelas brasileiras.
Fonte: acervo pessoal.

15/08/2011

E vem aí o II Sarau do CAIXA BAIXA


Amigos e amigas, senhoras e senhores, é com muito orgulho que anuncio que vem aí a 2º Sarau do CAIXA BAIXA em João Pessoa. O evento ocorre neste sábado, 20 de agosto de 2011, a partir das 19:00h. Leve seus amigos, parentes, leve também poesias suas ou de autores de seu agrado e as recite nesta noite de muita  diversão. Seguem informações detalhadas a baixo:


Onde? Bar do Elvis - Girador do Porteiro do Inferno - Em Frente à UFPB
Quando?
dia 20/08/2011
De que horas?
19:00h
O que levar?
Poesia e dinheiro pra cachaça, vinho ou água mineral
De que horas termina?
Cara, tu tá pensando nisso? 


14/08/2011

AGOSTO DAS LETRAS 2011

Confira a programação completa:



15.08 - Segunda
 
Casarão 34
Oficina de haicais (Alice Ruiz) - 14h-17h
Ponto de Cem Reis:
Teatro de Bonecos do Vovô Juca  - 16h
Projeto Telma Scherer (Performance) - 18h
3 pontos (Contexto Cia de Dança) - 19h
Nectar do Groove - 21h

16.08 - Terça
Casarão 34
Oficina de haicais (Alice Ruiz) - 14 - 17h
Ponto de Cem Reis
Ronaldo Correia de Brito - Ronaldo Monte - 18h
Nucleo Blecaute e Caixa Baixa - 19h
Grupo Teatrália "Ensaios Fotográficos" com poemas de Manoel de Barros - 21h

17.08 - Quarta
Casarão 34
Oficina de haicais (Alice Ruiz) 14 - 17h
Ponto de Cem Reis
Xico Sá - Linaldo Guedes - 18h
Projeto Cidade Poema - Lais Chaffe - 20h
Eleonora Falcone e banda - 21h

18.08 - Quinta
Casarão 34:
Oficina do Conto - 14 - 17h
Ponto de Cem Reis:
Miguel Sanches Neto - Rinaldo de Fernandes - 18h
Lançamento de Carlos Gurgel e poETs
Show: poETs - Ronald Augusto - Alexandre Brito - Ricardo Silvestrin - 21h

19.08 - Sexta
Casarão 34:
Oficina do Conto - 14 - 17h
Ponto de Cem Reis:
Rosa Amanda Strausz - Elvira Vigna (Tarcísio Pereira) - 18h
Tome Poesia Tome Prosa
Tércia Montenegro - Pedro Salgueiro - Jomar Morais Souto (Antonio Mariano) - 19h
Drummond em Cena: A Rosa do Povo - 21h

Em tempo:
As Inscrições para oficinas devem ser feitas através do e-mailaguiar.funjope@gmail.com André Aguiar -Coordenador de Literatura
Mais informações pelo fone 3218-5502

10/08/2011

Vem aí a Fantasticon 2011!

Pessoal, nestes dias 12, 13 e 14 de agosto haverá, na Biblioteca Viriato Corrêa, Vila Mariana - SP, a quinta  edição do Simpósio de Literatura Fantástica - Fantasticon. O evento é aberto ao público e contará com oficinas, palestras, lançamentos de livros do gênero e muita diversão. Aos que ainda não encontraram programa para este fim de semana e puderem aparecer, fica o convite. Confira aqui a programação completa.

07/08/2011

Bruno Gaudêncio de livro novo!


Saudações literárias a todos! É com prazer que anuncio que o amigo e caixabaixético Bruno Gaudêncio (foto) lança em Campina Grande - PB no próximo dia 12 de agosto, às 19:00h, o seu novo livro, Cântico Voraz do Precipício (Via Litterarum Editora, 68 pgs. 15 reais), o primeiro de contos, no Centro de Cultura e Artes da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB). Infelizmente não aparecerei lá (estou em "turnê" Brasília-São Paulo), mas recomendo mna todos os amantes da literatura e que querem conhecer mais sobre o que se vem produzindo nas letras paraibanas que compareçam. Assim que tiver mais notícias posto por aqui. Enjoy!

02/08/2011

CAIXA BAIXA e a vídeo-poesia

Olá. Acredito que o pessoal que acompanha as atividades do Núcleo Literário CAIXA BAIXA já tenha percebido que o grupo agora tem lançado semanalmente pequenos vídeos promocionais em que uma pessoa é convidada para declamar o poema de um dos escritores do grupo. Acredito que, ao menos por enquanto, só tenhamos mesmo poesia nestes vídeos, veremos se haverá espaço para alguns contos no futuro. A proposta é lançar um vídeo todo sábado no blog do CAIXA BAIXA. Os que se interessarem visitem o site e comentem, dêem sugestões para os novos vídeos. Deixo vocês com os dois vídeos disponibilizados até aqui. Divirtam-se. 



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