"Ascensão e queda": romance de estreia!

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Contos de Wander Shirukaya

Para aqueles que querem conferir o que tenho escrito, dêem uma olhada aqui!

Tergiverso

Sensualidade em forma e conteúdo aguardando sua visita.

O híbrido e a arte

Animes, cinema e literatura

Procurando entrevistas?

Amanda Reznor, André Ricardo aguiar, Betomenezes... Confira estes e tantos mais entrevistados por Wander.

26/06/2012

Livro II; Cap. VI: Haruma

Sim, a dama que viam pela janela da catedral era Haruma, a deusa do tempo. Olhava sempre em direção à porta central, não piscava sequer um olho; os cabelos esverdeados batiam ao pescoço, eram adornados por jóias do mais fino ouro. Os ornamentos estavam também nos punhos, tornozelos e no cinto, cingindo as vestes esbranquiçadas. Na mão direita, um báculo cravejado de pedras mágicas que cintilavam, sugerindo que ainda funcionasse mesmo diante da maldição da vila. Aquela moça detinha poderes inimagináveis com relação ao tempo. Pelo que os avetureiros sabiam, poderia ela ditar-lhe variáveis e probabilidades de suas atitudes, não lhe revelando um futuro concreto. Não se sabe se ela mesma não sabia do verdadeiro futuro ou se abstinha de previsões precisas para não interferir no curso natural das coisas; há quem diga que ela já contou a um sacedorte coisas que realmente aconteceram, mas outros duvidam, dizendo ter sido mera coincidência, uma vez que a sorte está lançada para todos. Enfim, Haruma era uma deusa e, como tal, é mistoriosa, enigmática e também contestada por uns enquanto amada pelos demais. Que aquela figura reservava ao aventureiros?

17/06/2012

Primeiros passos do rap nos anos 10



Pensava eu cá com  meus botões sobre a música desse início de década, especialmente a brasileira, e percebi a grande força que tem tido o rap e o hip-hop. Resolvi então traçar algumas linhas meramente impressionistas sobre essa proeminência. Vejamos.
Tudo bem, o rap já tinha bastante força e expressão há algum tempo atrás, mesmo antes do boom dos Racionais MCs, quando chegaram a vencer o prêmio mais importante do VMB da MTV com o clipe de "Diário de um detento". Entretanto, parecia ainda haver certa relutância de ouvintes mais tradicionais (para não dizer puritanos) ao gênero. Lembro-me de muitas vezes ouvir coisas do tipo "rap só tem letra, não é música" ou ainda "rap é coisa de maloqueiro, só fala sobre o negro e a violência da favela". Preconceitos destas falas à parte, observemos que os rappers da virada de milênio realmente não podiam ser vistos como excelentes cantores; alguns nem como cantores, fato que fazia com que a batida repetitiva característica se demonstrasse insuficiente para paladares ditos mais abertos. Por outro lado, o eixo temático erguido nas letras dos principais nomes do gênero abriu portas para uma relação mais ampla entre a arte e seus aspectos sociológicos. Percebamos que não raro rappers trabalham em parcerias com ONGs e fazem ações beneficentes ou de conscientizção das pessoas acerca dos problemas de nossa contemporaneidade, o que de certa forma engrandecia e legitimava seus artistas, convidando os ouvintes tanto a apreciar quanto a mobilizar-se em favor do discurso do rap. Música e atitude se casavam, mas ainda parecia que algo faltava, parecendo ter sido encontrado com Em busca da batida perfeita, de Marcelo D2, fato que comentarmos na parte 2 deste ensaio. Até lá.



15/06/2012

"Papo de sábado" começa amanhã!

Mais um espaço para debates e encontros literários foi criado na cidade. Trata-se do Papo de sábado. O evento ocorre uma vez por mês na livraria do Luiz, no centro da capital. Para o próximo dia 16, Roberto Menezes da Silva é o convidado. Em julho, será a vez de Janailson Macêdo Luiz.
Para não esquecer: sábado, dia 16 de junho, às 10h, livraria do Luiz, centro de João Pessoa. Todo mundo convidado!
 
Foto: http://1.bp.blogspot.com/-B7Nxom1fqBQ/ThH__DOMzUI/AAAAAAAAAX0/p7Xoql5v2CU/s1600/betomenezes_cartum.jpg

12/06/2012

Sobre Yoko

Saudações, pessoal! Estive ausente por uns tempos por causa das obrigações da vida real, mas vamos lá. Depois de pasar um tempo sem dedicação à ecrita literária, eis que um conto novo surge. O conto "Yoko" traz como eixo um dos grandes clichês temáticos do fantástico: a mulher-demônio. Diversas culturas possuem figuras que se relacionam a esse tema (o fato de sempre se relacionar a mulher ao diabo não vem ao caso agora); e para o meu texto me amparei a algumas falas sobre a kitsune, que segundo a mitologia japonesa, também podia metamorfosear-se numa humana para conquistar suas metas. No texto, trouxe a história de um rapaz que, durante seu intercâmbio profissional no Japão, acaba conhecendo aquela que serias o amor de sua vida. im, Yoko seria, se não fosse pelo comportamento estranho da moça. Enfim, breve tem mais notícias! 


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