"Ascensão e queda": romance de estreia!

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Contos de Wander Shirukaya

Para aqueles que querem conferir o que tenho escrito, dêem uma olhada aqui!

Tergiverso

Sensualidade em forma e conteúdo aguardando sua visita.

O híbrido e a arte

Animes, cinema e literatura

Procurando entrevistas?

Amanda Reznor, André Ricardo aguiar, Betomenezes... Confira estes e tantos mais entrevistados por Wander.

31/05/2012

Desencapetando o riso (parte V)

Não gosto de comédia, pois é um gênero inferior, não requer técnica nem estudo


Sim já ouvi coisas como essas um sem número de vezes. Aristóteles proferiu que o trágico é belo, ou seja, que a beleza estética muito em a ver com a retratação de temas sérios, muitas vezes perpassando ao drama. Ok, o trágico é realmente belo, não há como não se emocionar lendo as mais clássicas tragédias gregas ou mesmo os dramas mais famosos do cinema. Não raro até simpatizamos mais com aqueles artistas que possuem/ possuíram vidas tão sofridas quanto às retratadas em suas obras. Entretanto, rir é algo inerente ao ser humano. Rimos desde antes de falar. Mesmo assim, somo sempre ensinados a guardar nosso riso no âmago mais profundo do nosso subconsciente. E dessas reservas acabamos dando origem a um legado que existe até nossos dias: o do "rir é feio". Dentre as principais justificativas dessa corrente, destacamos agora a que dá subtítulo a esse post. Há a ideia de que fazer rir não requer esforço, técnica, tratamento estético, estudo, etc.Vejamos alguns exemplos.


Charlie Chaplin foi um dos grandes, um ator, excepcional, um humanista e... um comediante de mão cheia! Acima um  trecho de O grande ditador, mostrando que mesmo a guerra pode ser motivo de riso e que o humor também requer grandes doses de talento e técnica. 


Já resenhada aqui, a Pola Oloixarac ganhou destaque pelo tom satírico de seu primeiro livro que satiriza na mesma proporção com que convida ao debate a sociedade argentina sobre a juventude perdida entre as brigas políticas, discussões acadêmicas extremas e a superexposição à informação proporcionada pela internet. É comum ver diálogos de algumas páginas (sim, páginas!) para expressar ideias mínimas, exemplificando o discurso hipster-pseudointelectual da juventude vigente. Vale a lida.


Por fim, ouçamos o koenjihyakkei, que também já passou neste humilde blog. A banda japonesa dá tons de punk rock da forma mais lúdica possível ao seu som, que é extremamente trabalhado, basta que reparemos na qualidade técnica empregada pelos músicos - fato que já é uma das características do Zeuhl. Enfim, aquele que ouvir terá a impressão de que os músicos estão realmente brincando com suas músicas; o resultado é uma viagem frenética, uma bagunça muito bem feita e divertida, especialmente em seus minutos finais. 
Mais exemplo? Que tal se você, querido leitor, puxar algum para o debate? A seção de comentários está a sua espera!


Confira também as partes I, IIIII e IV.


23/05/2012

Futuro do passado


Há quem diga que modernizar o passado é uma revolução musical. Tal afirmativa parece contraditória, mas se vocês, meus amigos, pararem um pouquinho para observar (ou para ouvir, já que estamos falando hoje de música), perceberão que fazemos isso o tempo inteiro. O artista é refém do qaue já passou e dialoga intertextualmente (e muitas vezes inconscientemente) com toda a produção estética que lhe precedera. Parece bobagem discutirmos algo tão óbvio, mas vira e mexe aparece  alguém que acredita que o futuro é autônomo e que ainda há algo que não tenha sido criado. Sendo assim, discutamos, a partir dessa postagem introdutória, a importância da originalidade. Para tanto, puxei como primeiro exemplo uma banda que é tida por muito como original: os Smashing Pumpkins. É realmente surpreendente que os álbuns da banda não se pareçam entre si, o que em muitos momentos fez com que a crítica especializada a acusasse de "atirar para todos os lados". Por outro lado, discos como adore já mostram uma beleza incrível, partindo
 da união entre futuro e passado, ou seja, de instrumentos de tecnologia de ponta, geralmente de timbres eletrônicos e pasasgens acústicas. Evidentemente você também perceberá essa premissa em vários artistas, Wilco, Radiohead, etc. Essas bandas estão sempre nas citações de quem fala sobre o futuro, sobre as novas tendências, pois fazem algo que ninguém costuma fazer. De fato, essa vertente futuro-retrô é bem mais consistente do que a onda de bandas que teve destaque nos anos 00, que se resumiram a pastiches dos Stones/ The Who/ Led Zeppelin nos estados unidos e do post-punk dos 80 na Inglaterra. Entretanto, isso faz dela uma obra que se possa dizer original? Eis a questão, vejamos o futuro casando-se com o passado através da arte e discutamos.


17/05/2012

Revista Blecaute nº11



Pessoal, saiu esta semana a edção nº 11 da revista do Núcleo Literário Blecaute, de Campina Grande - PB. Composto por Janailson Macêdo, João Matias Neto, Bruno Gaudêncio e Flaw Mendes. Tem conto inédito meu nesta edição, Em memória de Angelina dos Santos, o qual você pode conferir alguns comentários que fiz por aqui. Também estão por lá os escritores Miguel Sanches Neto, Joedson Adriano, o cartunista Raoni Xavier e muita gente boa. 

Deu vontade de ler? Eis o link para ler e baixar aqui no fim da postagem. Visite tembém o Site da Blecaute para mais informações. Boa leitura!





15/05/2012

José Inácio Vieira de Melo e sua poesia

Povo, tenho estado bastante atarantado com obrigações extras por aqui, fora uma baita dor de dente, mas isso não é motivo para deixá-los órfãos de postagens. Sendo assim, curtam o vídeo do poeta e amigo José Inácio Vieira de Melo recitando seu poema "Gênese". Nas palavras do próprio: "GÊNESE, poema de José Inácio Vieira de Melo (JIVM), recitado por Danilo Spínola, Flávia Ribeiro e José Inácio, que erra o último verso do seu poema. Esta gravação foi feita por Haroldo Abrantes, grande fotógrafo, no dia 11 de maio de 2012, na cidade de Maracás, após o projeto Uma Prosa Sobre Versos com os poetas Martha Galrão e Raimundo Gadelha"


08/05/2012

Livro II; Cap. V: O enigma da catedral

Junto à enorme porta de entrada do templo, o grupo percebeu que havia um grande enigma a ser resolvido.
- Há espaço para quatro chaves diferentes na porta.
- Para que porta se podemos usar as janelas, Zephir? - indagou o feiticeiro Saruman.
- As janelas devem estar protegidas por algo, mago.
Saruman concentrou-se, tentando conjurar uma magia que lhe permitisse perceber focos mágicos nos arredores, mas não teve sucesso. Havia esquecido que toda área estava impossibilitando o uso de magia. Milo, enquanto isso, quase morre devido a uma armadilha numa das janelas da esquerda, se não fosse por seus reflexos hábeis. Como Gimli parece não ser tão veloz, acabou sendo atingido por uma explosão na janela da direita. Ainda ferido, ergueu-se e viu que nada afetara a vidraça. Os demais chegaram perto, limparam a poeira da janela e conseguiram ter uma vaga idéia do que havia lá dentro. Uma moça muito bela e alta estava no centro do salão, portando um báculo. Sequer parecia respirar, imóvel. Mirava os olhos para a frente (na direção da porta), só após uns longos minutos parecia piscar os olhos, mas nenhum movimento além. As vestimentas ressaltavam o ar de divindade, foi então que Zephir e os demais pararam para analisar, chegando a uma conclusão:
- Haruma é aquela que está lá dentro...

30/04/2012

Escritora Janaína Rico (DF) lança livro em Jampa

Olha aí, pessoal:
 
A Livraria Leitura e a Editora Underworld convidam para o lançamento e noite de autógrafos do livro "Ser Clara" da autora Janaina Rico.

Dia 04/05 às 19:30h na Livraria Leitura do Manaíra Shopping - João Pessoa


O livro traz a história de Clara, uma jovem brasiliense, de
27 anos, que está envolvida com os preparativos do casamento de sua melhor amiga. Durante a festa conhece um médico rico e famoso. Porém, acaba se envolvendo com um colega de adolescência. Mal sabe ela os obstáculos que viverá pela frente até que consiga decidir o que quer da vida.

25/04/2012

Livro II; Cap. IV: Parn, a cidade sem magia

Eis que todos empunharam suas armas e, livres do perigo do dragão-fantasma, seguiram pela imensa alameda que srvia de entrada paera a Vila Parn. Já lhes chamou muito a atenção uma coisa:
- Não tem ninguém por aqui!
Milo vai sorrateiramente um pouco à frente do grupo, na sua função de batedor, e se impressiona pela desolação da paisagem. O vento soprava quase sem força, a neblina também era rala, nem de longe lembrava o denso lençol que se firmava por toda a ponte. A arquitetura antiga estava toda comprometida, exibindo os anos a que a vila se submeteve a esse pesar. Eis que, no chão, Milo percebe uma tonalidade diferente daquele verde esmaecido a que estavam se habituando: manchas, muitas manchas entre um roxo e um marrom gasto, misrturado entre a areia e uma quantidade enorme de pedrinhas brancas. Dankill se aproxima e analisa o solo. Facilmente iodentifica as pedrinhas.
- Parece que as últimas pessoas que estiveram aqui salgaram todo o chão. 
Legolas e os demais logo perceberam que então aquele era o motivo de não haver nenhuma planta nos arredores. nada crescia, o sal parecia sacramentar algum ritual ou massacre - ou até os dois. Quanto às manchas, Dankill foi categórico: sangue coagulado. 
Entre o medo e a curiosidade, todo o grupo andou poucos metros até se deparar com a maior construção da vila: um templo. Pelos símbolos  religiosos às portas e janelas, Zephir logo deduziu:
- Haruma...

20/04/2012

Como foi o Sarau do Café em Verso e Prosa



Grandes amigos leitores deste blog, cá estou eu pára um pequeno parecer sobre como foi o Sarau do Café em Verso e Prosa da última terça, em homenagem ao Núcleo Literário CAIXA BAIXA
Primeiramente: saiumatéria sobre o sarau em vários jornais de João Pessoa, mas um deles disse que o homenageado por Suzy Lopes e cia. seria o "Poeta Caixa Baixa". Achamos o ocorrido muito engraçado, visto que CAIXA BAIXA não é um poeta, e sim um grupo de contistas, ficcionistas, ensaístas, historiadores, cineastas, juristas, críiticos literários, jornalistas, bebuns e... poetas. Claro que não é necesario citar isso tudo numa nota de jornal, mas um poquinho de informação nunca fez mal a ninguém, não é verdade?
De mais a mais, começando por volta das nove da n oite, boa parte desse grupo se fez presente para receber os louros de homenageado. Lá estávamos este que vos fala, Thiago Lia Fook, Bruno Gaudêncio, Gustavo Limeira, Letícia Palmeira, Cyelle Carmem, Joedson adriano, Romarta Ferreira e Laudelino Menezes. Nomes da litPB também estavam por lá, como Lau Siqueira e Ed Porto. Todos com suas cervejinhas e com biquinho calado para assistir às performances da atriz Suzy Lopes, declamando poemas e trechos de prosas dos caixabaixenses. Destaque para a declamção inspirada de "Agora é tudo azul", da pequena Romarta Ferreira - e à luz de velas, diga-se de passagem. Tudo isso contou com um esquema inusitado. Por todo o bar, o Empório Café, várias caixas confeccionadas com fotos e poemas aguardavam leitura. A maior das caixas serviu de dado, girada à exaustão por Suzy para sortear aquele autor que seria declamado. Após isso, o microfone foi aberto e lá soltamos o verbo, como sempre, junto a todos os amigos e convidados que lá estavam. Já em vias de conclusão, todos riram e aplaudiram muito os vídeos do CAIXA BAIXA, destacando sempre o já sucesso "Teu nome", poema de Thiago Lia Fook graciosamente interpretado por Betomenezes (vídeo que você confere ao fim desta postagem). 
Enfim, terminou um sarau muito divertido e que, com certeza, deixou as bochechinhas de cada um de nós vermelhas de lisonja e certos de que, quem sabe um dia, cheguemos a ser caixa alta. Até lá, vamos nos divertindo e sorrindo pra esse povo que conhece e gosta da nossa lira ferina. Nosso nome não é suave. É isso aí.



Fotos: (1) Da esquerda pra direita: Letícia Palmeira, Gustavo Limeira, eu, Bruno Gaudêncio, Suzy Lopes, Thiago Lia Fook, Romarta Ferreira e Cyelle Carmem, sob as lentes de Bruno Vinelli; (2) Suzy lendo o conto de Romarta à luz de velas.

16/04/2012

CAIXA BAIXA no Sarau do Café em Verso e prosa amanhã!



o projeto “café em verso e prosa” organizado pela atriz suzy lopes que já faz parte do calendário cultural da capital paraibana comemora nesta terça-feira dia 17, sete anos, e oferece aos seus frequentadores um bolo de poetas e escritores, trata-se do “caixa baixa” – núcleo literário formados por vários escritores paraibanos ou radicados na paraíba, que visa criar um espaço privilegiado de trocas, de experimentação de escrita e movimentar ainda mais a literatura de nosso estado.
o sarau acontece há sete anos mensalmente e tem sempre um homenageado ou uma temática que cria uma linha vertente para a noite em uma performance de abertura da atriz suzy lopes e seus convidados. realizada essa primeira parte, o palco e o microfone são entregues ao público que pode recitar poesias de seus poetas preferidos ou de autoria própria, o que quase sempre acontece.
esta edição será mais que especial, começando pela comemoração dos sete anos do evento, o que mostra que é um evento que merece mesmo ser comemorado, pois sete anos já é um tempo considerável e muita coisa já aconteceu em seu palco poético, cada edição é uma celebração da poesia em sua forma mais importante de ser, na boca de quem lê e sente a emoção que as palavras trazem.
é comum no café em verso e prosa ser estendido um varal com poesias no tema, porém terça-feira será diferente, desta vez o varal será em forma de caixa para fazer uma brincadeira com o nome do grupo que é tema da noite, estão sendo confeccionadas por diacisa lopes, 20 caixas com imagens, poemas e trechos de prosa do grupo homenageado nesta noite, e estas caixas ficarão espalhadas pelas mesas do empório café, o que é muito legal, pois desta forma, tanto as pessoas podem levar estas caixas como um presente da noite, como pode escolher em sua mesa o poema que quer ler da caixa.
o caixa baixa foi formado em janeiro de 2011, seus integrantes alimentam um blog na internet que pode ser visitado pelo link http://caixabaixa.org, escrevem em revistas e jornais além de seus próprios blog’s. muitos poetas e escritores passaram pelo caixa baixa desde sua criação, atualmente a caixa contém: betomenezes, bruno gaudêncio, bruno r. r. santos, cyelle carmem, gustavo limeira, jairo cézar, joão matias, joedson adriano, laudelino menezes, letícia palmeira, mirtes waleska, romarta ferreira, thiago lia fook braga e wander shirukaya. entre eles há comunistas, direitistas, esquerdistas, poetas, contistas, ateus, evangélicos, agnósticos, espíritas, católicos, budistas. é um bando de jovens com fome de escrita, experimentam e se arriscam escrever de tudo, de contos de fantasia a poemas parnasianos, de críticas pós-modernas a teatro armorial, de filosofia oriental a física quântica. embora todos sejam muito jovens, o grupo no modo geral tem se destacado dentro e fora do estado, alguns já foram publicados, como bruno gaudêncio, betomenezes, bruno santos, cyelle carmem, jairo cézar, joedson adriano, letícia palmeira, wander shurakaya e outros premiados como gustavo limeira, betomenezes e bruno gaudêncio. estes jovens escrevem com seriedade. optam por encarnar um erro tipográfico, a letra miúda dos contratos, a redação ilegível do vestibular. são o caixa baixa e se dizem banais, e se assim não fossem, seriam caixa alta.

Suzy Lopes.

Texto retirado do blog do CAIXA BAIXA

14/04/2012

Desencapetando o riso (parte IV)


Ah, que saudade daquele humor inocente...

Bem, amigos, cá estou para analisarmos um pouquinho mais o que há de certo/errado com o humor, com a comédia, com o riso no mundo das artes. O subtítulo que evocamos aqui hoje é para comentarmos um discurso que tem sido muito famoso nos dias de hoje, visto que estamos seguindo uma tendência um tanto rigorosa para que não sejamos "ofensivos" com aqueles que não nos são iguais. As implicações desse discurso são simples: humor tende a ser rechaçado, pois caçoar dos outros não tem (ou não deveria ter) graça nenhuma. Entretanto, se repararmos direitinho, o chiste se mistura a generalizações e estereótipos desde muito tempo (peço desculpas por não ter dados que nos mostrem desde quando isso acontece). Na piada  acima vemos que há menção a deficientes, fato que pode ser ofensivo. A meu ver, temos de destacar uma expressão aqui: pode ser, não é, necessariamente. Já foi dito uma vez que rimos desse tipo de piada por causa de certo "alívio" que ela nos causa, do tipo "puxa, ainda bem que não foi comigo", de modo semelhante a quando rimos de alguém que tropeça no meio da rua (você riu da mulher de laranja?). Isso necessariamente não implica em repúdio ao alvo da piada, o que acontece desde sempre. Não há, acredito eu, motivos para se sentir saudade daquele tempo do humor "menos apelativo". Não é de hoje, por exemplo, que brincamos com os portugueses, assim como eles brincam conosco, brasileiros. 
Um bom exemplo desse discurso e que já vi em várias redes sociais é gente dizendo que "bom mesmo era na época do Chaves, pois não tinha dessas coisas". Talvez a coisa seja aí mais para "naquele tempo eu não percebia que tinha dessas coisas".
Bullying (todos os personagens são sacaneados; Kiko por ser "burro", Chiquinha por ser baixinha, Chaves por ser pobre, D. Clotilde por ser velha e assim por diante), violência contra a criança (Chaves apanha direto), incitação à inadimplência (Seu Madruga não paga o aluguel, Jaiminho mal entrega as cartas por mera preguiça), são muitas as "acusações" que, se quiséssemos, poderíamos utilizar para dizermos que não gostamos do seriado, mas, no entanto, ele é o ganha-pão do SBT há décadas, repetindo a mesma fórmula. Resumindo: parece que as nossas convicções morais estão confundindo um pouco as coisas. Um humorista que faz piadas com negros, por exemplo, nem sempre será um daqueles racistas que lhe negam um emprego por causa da sua cor; um que faça piada sobre deficientes nem sempre será aquele homem que estaciona na vaga dos cadeirantes ou que finge que está dormindo para não lhe dar lugar no ônibus. Assim, como tudo nessa vida, parece que nossa principal deficiência tem sido a falta de bom senso. Reflitamos. 



 Confira também a parte 1 , a parte 2 e a parte 3.


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