"Ascensão e queda": romance de estreia!

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Contos de Wander Shirukaya

Para aqueles que querem conferir o que tenho escrito, dêem uma olhada aqui!

Tergiverso

Sensualidade em forma e conteúdo aguardando sua visita.

O híbrido e a arte

Animes, cinema e literatura

Procurando entrevistas?

Amanda Reznor, André Ricardo aguiar, Betomenezes... Confira estes e tantos mais entrevistados por Wander.

23/09/2011

"Balelas" aos outros olhos

Saudações shirukayanas a todos! Continuando a série de posts sobre o lançamento do primeiro livro, trago a vocês alguns comentários que recebi sobre alguns contos integrantes de Balelas. Estes comentários estarão presentes na 4ª capa do livro. Devo dizer que as palavras me deixaram muito feliz. Afinal, é comum do autor ficar na expecttiva de comentários legais sobre seus textos, mesmo que nem sempre estes sejam positivos (o que é salutar, por sinal). Sem mais, vamos a eles:



“O vazio das lembranças em molduras fotográficas. Saudade, lacunas de uma vida. Belíssimo conto!” – Cyelle Carmem, escritora, sobre “A fotografia”.

“Wander descreve o momento de uma fotografia de forma sublime e encantadora, registrando os diferentes quadros que formam as cenas, ora felizes, ora melancólicas, completando um verdadeiro retrato da sensibilidade.” – Amanda Reznor, escritora e compositora, sobre “A fotografia”.

“O que seria de nossos ouvidos se não fosse a música,  dos nossos olhos se não fosse a literatura? Sua literatura existe pelos dois” – JéssicaMouzinho, estudante, sobre “Às teclas pretas do piano”.

 “Às teclas pretas do piano: - surpreendente!” – JairoCézar, escritor.

Wander Shirukaya foca suas narrativas a partir de um olhar factual, com diretrizes contemplativas; constrói uma lógica de subjetividade, muitas vezes nostálgica, amarga e intensa. Exemplos são os contos: “Barcarola” e “oceano”. – Bruno Gaudêncio, escritor e historiador.
 

21/09/2011

Sakura descolorida

Este é mais um post sobre curiosidades e comentários sobre Balelas, livro que está prestes a ser lançado. Nele comentamos um pouco um dos contos que me parece mais interessante da compilação. As viagens de Sakura é um texto leve, talvez o mais leve dentro da reunião densa que comoe o livro como um todo. A história de uma jovem  mestiça que busca realizar-se na pintura é contada um tom de brincadeira em sua maior parte, sem dispensar um pouco de violência, destacada especialmente em seu desenlace. Entretanto, o conto possui um lado mais complexo, especialmente em sua estrutura, que brinca o tempo todo com as impressões que podemos captar através de cores, especialmente verde, azul e vermelho. Mesmo assim, uma das incursões mais radicais do livro teve, por motivos de força maior, de ser abolida do produto que vai à venda logo mais. Além de usar cores em citações do texto, o próprio texto havia palavras destacadas em cores distintas, conforme a situação. Esta versão "em cores" de As viagens de Sakura, logo, não será encontrada em Balelas, mas, se for o caso e de curiosidade dos que aqui passarem, posso postá-lo mais à frente para os comentários de vocês. Mesmo com esta perda, o texto continuou se apresentando interessante, motivo pelo qual o mantive no rol de narrativas do livro. Vejamos, logo mais, o que vocês acham desta história. 

16/09/2011

David Kilder de aniversário!



Bom dia, pessoal! Hoje destaco para vocês que é uma data mutio especial para o rock itambeense (ele pode ter morrido, mas seus vivenciadores continuam lá): sopra 30 velinhas hoje o grande amigo e ex-vocalista da banda Simbiontes, David Kilder. Este foi um dos primeiros a dar a cara a tapa numa região interiorana que pouco conhecia de bandas que não fossem aquelas em que o teclado era capaz de tudo, de gravar guitarras voz até aplaudir pelo público.  A banda persistiu por um tempo, mas sucumbiu à onda inóspita que ressecou as marés roqueiras de Itambé, Pedras de Fogo e região. Mesmo assim, Kilder continua com outros projetos, mais modestos, é verdade, mas que continuam propagando de alguma forma a cultura aos que o cercam. Parabéns, Kilder!
Segue abaixo um vídeo com ele e sua banda (eu no meio) tocando a grande cover do The Who.

Dakid Kilder
Idade 30 anos
Atividades: funcionário público, mestre de RPG, vocalista.
Histórico de bandas: Simbiontes, participações espéciais com Soul Sick e Orfeu.
Atualmente: paradão, cuidando da filha recém-nascida.
 

14/09/2011

Vamos ao lançamento de "Balelas" em João Pessoa!


Olá, pessoal. É com prazer que finalmente anuncio o lençamento do meu primeiro livro de contos. A partir desta semana devo fazer uma série de postagens que comentam o livro para que os leitores do blog o conheçam mais. Sem mais, vamos aos detalhes:

Lançamento de "Balelas", de Wander Shirukaya

Editora: Mutuus - RJ (2011)
Prefácio de Liane Schneider 
Local: Terraço Brasil, em Cabo Branco, João Pessoa - PB
Data e horário: Quarta-feira, 05 de outubro de 2011, às 19:00h.


Conto com a sua presença para engrandecer este momento tão especial. 
Desde já, obrigado! 


11/09/2011

Novidades sobre o CAIXA BAIXA


Esta semana, mais precisamente no último 10 de setembro, no Espaço Múltiplo em Tibiri - Santa Rita (PB), o núcleo Literário CAIXA BAIXA, já conhecido dos que visitam este blog, reuniu-se para novas discussões sérias de forma bastante descontraída, como sempre. O destaque da reunião foi a divulgação oficial de que o grupo agora conta com dois novos integrantes: as escritoras Romarta Ferreira e Letícia Palmeira. Infelizmente, ambas não puderam presenciar a reunião.

Conforme vocês podem ver nas fotos e já é de costume, houve também muita cerveja, refrigerante e comida. É verdade que a reunião teve vários desfalques, pois a parte campinense do grupo não pode ir. Entretanto, firmaram-se coisas de fins administrativos, comentou-se as novidades que viram no blog do grupo logo mais.
Reunião muito prazerosa, ela mais uma vez nos mostrou que nossos laços de amizade vem se tornando cada vez mais fortes. Que esse espírito pedure por muito mais tempo.
Fotos: acervo pessoal.

08/09/2011

Sobre "Verão"

Enveredando ainda pelo mundo da literatura fantástica, eis mais um conto. Na verdade, este já foi feito há algum tempo, mas só agora comento um pouco a respeito com vocês. Verão nos traz o lamento de Petra, uma jovem que encontra alguém capaz de fazer de tudo para viver o amor ao seu lado. Entretanto, Petra carrega algo estranho no corpo, no sangue, que faz com que todos se afastem dela ao saber. Cauê, o então pretendente, mesmo sabendo desse problema, decide seguir em frente. Que fará então Petra? Será que amor vencerá essa forte barreira? É o que o leitor desvendará.
Provavelmente disponibilizarei este conto logo mais para a avaliação de vocês. Até mais.

03/09/2011

Livro I; Cap. XXI: Após 4 meses, a libertação

Ocorre que foram quatro meses que se passaram no mais absoluto obscuro, ninguém sabia o que acontecia do lado de fora, esbravejaram nos primeiros dias, mas logo viram que nada poderiam fazer. Contavam o tempo rabiscando traços nas paredes, tentavam alguma pouca comunicação através dos ecos do corredor que dividia as celas. foi assim até que chega a porta de Milo uma moça coberta de panos - visivelmente um disfarce. A angústia da prisão o fazia desconfiar daquele gesto. Será mesmo que estão nos libertando? Entre morrer enclausurado e buscar a verdade, Milo seguiu com a segunda opção.
Solto pela estranha moça, logo Milo reparou que se tratava de alguém conhecido: era Kittie. A clériga da deusa das trevas, Nami, havia sido derrotada no torneio em Kandarah Maior. Ora, então por que ajudava os nossos aventureiros?
- Mais tarde explico. Temos de libertar os demais, ajude-me com seus dotes.
Assim foi. um por um, todos foram libertados e todos tomaram o mesmo choque ao se deparar com Kittie. Não apenas por causa das suas atitudes, mas por sua aparência lamentável. 
Uma atadura cobria-lhe o olho direito; desfazendo-se do disfarce, via-se claramente que uma manga da vestimenta pendia como se ali faltasse o braço esquerdo. 
- Escute, Clériga - falou Gimli. - O que aconteceu a seu corpo?
demorou-se um pouco olhando o chão, com palvras quase mudas balbuciou.
- Rorudan. Tortura. Logo saberão. 
Não havia tempo a perder, venceram os soldados que faziam a vigília, saíram do castelo pegando de novo o caminho a tão misteriosa Vila Parn.

31/08/2011

A fidelidade em debate (parte I)


Lá vamos nós para mais uma discussão. Já comentamos um pouco aqui sobre as relaçãoes entre o conto e o curta-metragem, citando inclusive o assunto deste post: a fidelidade. Alerto aos paraquedistas que acham que vamos falar de questões éticas e amorosas que não é este o caso. Vamos expor apenas alguns pontos sobre o que devemeos ter na cabeça quando pensamos em "fidelidade" de uma adaptação artística. 
É muito comum, ao nos depararmos com  uma adaptação fílmica, por exemplo, e ao término do filme o avaliar baseando-se se ele foi "fiel" ao texto de origem. Mediante isso, criam-se duas "facções": a dos que acham que fidelidade é essencial e não deve ser quebrada nunca - na adaptação de O senhor dos Anéis (foto), famosa por ser muito fiel, ainda teve gente que reclamou (Que merda! Cadê Tom Bambadil?) . Por outro lado, temos um grupo que defende a autonomia do filme, dizendo que filme bom é aquele que se desprende ao máximo da tal fidelidade. Ora, chegamos a um impasse: quem tem razão nesta briga? Qual a importância da fidelidade? 
Para nortear um pouco nossas especulações exponho que o problema geral nesta questão vem de se usar a tal fidelidade como indicador de valor, o que me parece equivocado. Nenhuma adaptação é boa só por ser fiel ao texto-fonte. O contrário também não sustenta. Até hoje no mundo da arte acredito que não se tenha critério melhor para se avaliar uma obra do que a sua forma, sendo assim muito importante que conheçamos as especificidades dos dois tipos de textos que lidamos para poder saber se realmente a adaptação foi bem composta, independente do tipo de suporte. Exemplificamos o caso com a adaptação fílmica por causa de sua maior exposição, mas também falamos de outros tipos de adaptação, pois um poema pode virar uma canção, uma canção pode virar uma série de TV, uma série pode virar jogo de videogame, ou seja, as possibilidades são muitas. Recomendo aos interessados a leitura dos estudos da Linda Hutcheon, que abrangem uma gama muito variada de adaptações com que lidamos, inclusive para jogos de RPG. 
Mediante as observações aqui feitas, deixem  seus comentários sobre o que acham da fidelidade nas adaptações. Em breve daremos sequência à discussão com alguns exemplos interessantes. Até mais.


28/08/2011

Sobre "Perfeição"

A tempestade produtiva não pára!  Esta semana a crição de contos, que andava um tanto estagnada, caminhou com certa velociadade. O último fruto desta caminhada  foi o conto Perfeição, que também faz parte da minha leva de adaptações, sendo a primeira feita a partir de uma música. Para adaptar a clássica - e bela - Venus as a boy, da Björk, busquei um clima bastante intimista, procurando não esquecer o fantástico já que a música tematiza a figura mitpológica mais sexy de todos os tempos. O conto traz a história de uma moça numa mesa de bar, aguardando o marido que saiu para fazer algo de que ela não tem conhecimento. Então um rapaz de beleza incrível se aproxima e a convida para uma louca viagem. Assim que possível, exibo este texto para que vocês julguem os resultados desta viagem. Para inspirar, deixo o vídeo do texto-fonte. Até a próxima!




26/08/2011

Erotilha: o que é isso?

Este resumo não está disponível. Clique aqui para ver a postagem.

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