
Para aqueles que querem conferir o que tenho escrito, dêem uma olhada aqui!
Amanda Reznor, André Ricardo aguiar, Betomenezes... Confira estes e tantos mais entrevistados por Wander.

Pois bem, meus caros amigos, hoje à tarde tivemos mais um encontro de produção do projeto Arcádia Vermelha. O resultado foi promissor. Sentimos uma vibe muito boa enquanto tocamos, a cara de alegria é evidente. Pra ser sincero, não sei se vamos conseguir fazer o projeto dar certo, mas é fato: está tudo muito divertido; fica fácil esquecer que ainda temos muitos problemas a resolver, como por exemplo encontrar um baterista que possa acompanhar os riffs estranhos das canções, bem como tomar gosto pelo experimentalismo "viajado" que é alma para a banda. Que os deuses do rock estejam conosco. Próximo encontro só sexta que vem.

Pé ante pé, adentro devagar pra divagar
Sem fôlego, procuro um lugar pra descansar
As viagens que fiz me deixaram tão incapaz...
Eu não agüento mais [2x]
Quero o conforto do meu quarto
Quero cortinas sem fumaça
Quero sentir luzes escassas
Que me supram a lucidez de viver
Alguém me terá assim que encontrar água
Viver a bolha inconsistente da sede
Até que não é mal
Quando no torpor das miragens
Do amor redundante
Que não me sai da cabeça
Que não me sai da barriga
Tal a dor da lombriga
Correndo pra se embriagar
De dois pra lá, dois pra cá.
Viver a sede me aliena; viver a sede me afoga
Antes tivesse uma toga pra poder pisar em você,
Conquistar quem desse as caras
Só pra ver se a sede pára.
Alguém me terá assim que encontrar água
Moço, por quem me toma?
Não me leve a mal...
Os rachões nos pés não são os da cabeça
Eu não agüento mais [2x]
Quero o conforto do meu quarto
Quero cortinas sem fumaça
Quero sentir luzes escassas
Que me supram a lucidez de viver
Alguém me terá assim que encontrar água
E quando seus amores se forem
Não esqueça de avisar
Vai dar gosto de ver na minha horta chover.
