"Ascensão e queda": romance de estreia!

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Contos de Wander Shirukaya

Para aqueles que querem conferir o que tenho escrito, dêem uma olhada aqui!

Tergiverso

Sensualidade em forma e conteúdo aguardando sua visita.

O híbrido e a arte

Animes, cinema e literatura

Procurando entrevistas?

Amanda Reznor, André Ricardo aguiar, Betomenezes... Confira estes e tantos mais entrevistados por Wander.

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23/05/2012

Futuro do passado


Há quem diga que modernizar o passado é uma revolução musical. Tal afirmativa parece contraditória, mas se vocês, meus amigos, pararem um pouquinho para observar (ou para ouvir, já que estamos falando hoje de música), perceberão que fazemos isso o tempo inteiro. O artista é refém do qaue já passou e dialoga intertextualmente (e muitas vezes inconscientemente) com toda a produção estética que lhe precedera. Parece bobagem discutirmos algo tão óbvio, mas vira e mexe aparece  alguém que acredita que o futuro é autônomo e que ainda há algo que não tenha sido criado. Sendo assim, discutamos, a partir dessa postagem introdutória, a importância da originalidade. Para tanto, puxei como primeiro exemplo uma banda que é tida por muito como original: os Smashing Pumpkins. É realmente surpreendente que os álbuns da banda não se pareçam entre si, o que em muitos momentos fez com que a crítica especializada a acusasse de "atirar para todos os lados". Por outro lado, discos como adore já mostram uma beleza incrível, partindo
 da união entre futuro e passado, ou seja, de instrumentos de tecnologia de ponta, geralmente de timbres eletrônicos e pasasgens acústicas. Evidentemente você também perceberá essa premissa em vários artistas, Wilco, Radiohead, etc. Essas bandas estão sempre nas citações de quem fala sobre o futuro, sobre as novas tendências, pois fazem algo que ninguém costuma fazer. De fato, essa vertente futuro-retrô é bem mais consistente do que a onda de bandas que teve destaque nos anos 00, que se resumiram a pastiches dos Stones/ The Who/ Led Zeppelin nos estados unidos e do post-punk dos 80 na Inglaterra. Entretanto, isso faz dela uma obra que se possa dizer original? Eis a questão, vejamos o futuro casando-se com o passado através da arte e discutamos.


16/09/2011

David Kilder de aniversário!



Bom dia, pessoal! Hoje destaco para vocês que é uma data mutio especial para o rock itambeense (ele pode ter morrido, mas seus vivenciadores continuam lá): sopra 30 velinhas hoje o grande amigo e ex-vocalista da banda Simbiontes, David Kilder. Este foi um dos primeiros a dar a cara a tapa numa região interiorana que pouco conhecia de bandas que não fossem aquelas em que o teclado era capaz de tudo, de gravar guitarras voz até aplaudir pelo público.  A banda persistiu por um tempo, mas sucumbiu à onda inóspita que ressecou as marés roqueiras de Itambé, Pedras de Fogo e região. Mesmo assim, Kilder continua com outros projetos, mais modestos, é verdade, mas que continuam propagando de alguma forma a cultura aos que o cercam. Parabéns, Kilder!
Segue abaixo um vídeo com ele e sua banda (eu no meio) tocando a grande cover do The Who.

Dakid Kilder
Idade 30 anos
Atividades: funcionário público, mestre de RPG, vocalista.
Histórico de bandas: Simbiontes, participações espéciais com Soul Sick e Orfeu.
Atualmente: paradão, cuidando da filha recém-nascida.
 

14/05/2010

Mais vídeos antigos.

Este é para relembrar os tempos em que a cidade de Itambé conseguia por na praça (literalmente) produção alternativa. O vídeo mostra a finada banda Soul Sick, liderada pela cantora Jany Ryoko (já entrevistada aqui e iniciante à época) na 2ª Festa da Itambé Rock, tocando a cover Nemo, dos finlandeses do Nightwish. Apreciem.


21/04/2010

Carpina fervendo aos 8 de maio!

01/04/2010

Vídeo antigo

Antigo, bagunçado, mas divertido.

08/03/2010

Arcádia congelada


Infelizmente as atividades da Arcádia Vermelha passarão por um novo hiato. O motivo se deve à turnê que Bruno Taffarel (foto) fará logo mais com o grupo de percussão da cidade de Pedras de Fogo, onde també é guitarrista. Assim que tivermos notícias mais concretas sobre a turnê postarei matéria aqui. Em contrapártida, a paralização da Arcádia será apenas nos ensaios/ reuniões uma vez que seus integrantes continuam compondo material para o futuro.

Foto: acervo de bruno

22/02/2010

Primeiro ensaio da Arcádia Vermelha


Ocorreu ontem de manhã aquilo que os até agora únicos membros da banda Arcádia Vermelha consideraram o primeiro ensaio. A reunião foi bastante livre e lúdica, e já promete bons frutos. A quantidade de riffs, progressões harmônicas e ritmos já é bem vasta, mas mesmo assim a banda vai trabalhando tudo com calma. Como era de se esperar, nenhuma música foi concluída, embora se tenha tido já um panorama do que a banda deve seguir. Nisto, ambos saíram empolgados com duas canções que já tem seu esqueleto muito bem definido, uma se chama "A chuva" (que já teve sua letra divulgada aqui no blog) e a outra se chama Rock' n' Roll. A banda tende ao heavy metal, com muitos toques de rock progressivo e do rock alternativo dos anos 90. Algumas influências que citaria, a meu ver, são Mastodon, Dream Theater, Tool (foto), Metallica, Sonic Youth, Smashing Pumpkins, Placebo. Acho que mais impressões minhas registro aqui em breve. A próxima reunão da dupla Wander Shirukaya (eu) e Bruno Taffarel deve acontecer nesta sexta, 26/02.

20/02/2010

Mais vídeos

Primeiro vídeo que fizemos na época dos Wind Bees. Mais um clássico.

17/02/2010

Letra indédita

Inspirado pelo anúncio do retorno da Arcádia Vermelha e pela nossa discussão sobre qualidade das letras, resolvi postar uma das minhas para a avaliação de vocês. Não sei se mais tarde ela venha a ser uma canção para a Arcádia ou até mesmo para os Simbiontes, mas tá aí. Arriscam uma análise? Postem comentários. Enjoy!


A chuva

Pé ante pé, adentro devagar pra divagar

Sem fôlego, procuro um lugar pra descansar

As viagens que fiz me deixaram tão incapaz...

Eu não agüento mais [2x]


Quero o conforto do meu quarto

Quero cortinas sem fumaça

Quero sentir luzes escassas

Que me supram a lucidez de viver


Alguém me terá assim que encontrar água


Viver a bolha inconsistente da sede

Até que não é mal

Quando no torpor das miragens

Do amor redundante

Que não me sai da cabeça

Que não me sai da barriga

Tal a dor da lombriga

Correndo pra se embriagar

De dois pra lá, dois pra cá.


Viver a sede me aliena; viver a sede me afoga

Antes tivesse uma toga pra poder pisar em você,

Conquistar quem desse as caras

Só pra ver se a sede pára.


Alguém me terá assim que encontrar água


Moço, por quem me toma?

Não me leve a mal...

Os rachões nos pés não são os da cabeça

Eu não agüento mais [2x]


Quero o conforto do meu quarto

Quero cortinas sem fumaça

Quero sentir luzes escassas

Que me supram a lucidez de viver


Alguém me terá assim que encontrar água


E quando seus amores se forem

Não esqueça de avisar

Vai dar gosto de ver na minha horta chover.


Wander Shirukaya

16/02/2010

O pulso ainda pulsa: A volta da Arcádia Vermelha


Tudo bem, é um pouco estranho falar em volta da Arcádia Vermelha, uma vez que ela acabou mesmo ainda em fase embrionária. Mas é fato que seus dois principais idealizadores tiveram uma longa reunião na noite de ontem (15/02) e resolveram renovar os ares e fazer algo, mesmo que na surdina, para contribuir para mais um pouco de ar ou sangue nas veias do cenário rock de Itambé. e foi assim que eu, Wander Shirukaya e Bruno Taffarel (foto) resolvemos compor material para fazer a Arcádia Vermelha funcionar o mais rápido possível. Como amboas já tinham uma boa leva de material guardado, as coisas tendem a andar mais rápido, para felicidade (ou tristeza) geral da nação. Ao surgir de mais notícias, bem sabem onde as verão.

13/02/2010

Mais vídeos

Clássico "Breed" do NIirvana, apresentado pelos Simbiontes na I Festa da Rock House, em Itambé.

08/02/2010

Mais clássico dos Wind Bees!

Na festa da Itambé Rock House II, em 2008. Bons tempos que não voltam mais... :(

05/02/2010

Wind Bees Flashback!

Vídeo clássico no II Festa da Itambé Rock House, em 2008.

01/02/2010

Simbiontes de mal a pior

Vídeo de "De mal a pior" dos Simbiontes, gravado nos ensaios clássicos na oficina.

29/01/2010

Entrevistando Jany Ryoko


No auge da cena rock itambeense surgiram muitas caras novas para se juntar aos veteranos. Jany Ryoko (fotos) faz parte desta geração. Ficou conhecida por integrar a que se pode dizer ter sido a primeira banda de heavy metal em Itambé, que apesar da vida curta conseguiu chamar um pouco a atenção e revelá-la para si mesma. Falamos com ela por e-mail e o resultado você confere aqui e agora no blog.



1 - Fale um pouco de você e sua experiência como cantora para os que ainda não te conhecem.

Chamo-me Janielly dos Santos Lima, sou mais conhecida como: ‘‘Jany’’ e por outros pelo pseudônimo :‘‘Lady Ryoko’’, ou simplesmente Ryoko.

Tenho 21 anos, estou cursando Licenciatura em Química pelo IFPB (Antigo CEFET-PB). Gosto de ciências, gosto muito de estudar, gosto de cantar, assistir desenhos, escrever, gosto de jogos virtuais, gosto da natureza, dos animais. Sou uma garota que valoriza muito o interior das pessoas.

Na música, cantava desde meus oito anos de idade, algumas músicas infantis que todo mundo já cantou.

Aos meus 19 anos me interessei pelo canto de ópera (Minha principal influência em fazer isso, foi quando eu assisti um DVD e vi a ex- vocalista do Nightwish ,Tarja Turunen, interpretando: The Phantom Of the Opera). Mas havia um pequeno problema: Não conhecia nenhum professor de técnica vocal daqui da cidade que trabalhasse com o canto clássico.

Então, através de um amigo que faz estudo de violão, conheci um professor que se propôs a me ensinar canto clássico canto clássico e erudito. Logo no início, meu professor disse que esse ramo do canto não era fácil, e que exigiria um trabalho muito maior do que o canto popular. Tenho muito a agradecer ao menino que me indicou ao professor de canto, e também tenho muito a agradecer ao meu professor de canto que me ensinou muitas coisas, me incentivou a seguir em frente. No decorrer das aulas e da prática, meu professor me classificou como sendo uma soprano-lírico com amplitude vocal de 3,4 oitavas. Um tempo depois, fui convidada para ser vocalista da Soul Sick por Bruno Taffarel.


2 - Você foi vista pela primeira vez como vocalista da banda Soul Sick, em Itambé.

Quais os seus planos para o futuro, já que a Soul Sick acabou?

A Soul Sick me proporcionou um bom crescimento em termos de técnica vocal e experiência ‘’física’’ com o mundo da música.

Tenho muito a agradecer a oportunidade que me deram, e foi através desta, que pude receber muitos elogios, carinho do pessoal que sempre estavam presentes nos ensaios da banda, carinho dos integrantes de outras bandas, e, sobretudo do público que me deu força e incentivo a dar continuidade ao trabalho que estava desenvolvendo junto com a Banda. Pude também sentir na pele as dificuldades enfrentadas pelas bandas de rock daqui da região. Gostaria muito de voltar a cantar numa banda de Metal (que utilize o estilo operístico no vocal). Infelizmente, no momento não estou com tempo disponível para integrar-me a uma banda novamente, pois banda exige tempo, responsabilidade e muita determinação.

Tenho outros projetos em mente, como a dar continuidade a minha carreira acadêmica, desenvolver futuramente um myspace para que outras pessoas conheçam um pouco meu trabalho de canto.


3 - Existe ainda preconceito com relação ao seu trabalho/ estilo de vida? Se sim, como você lida com isso?

Sim, existe. Tudo que não segue o padrão estabelecido pela sociedade, sofre discriminação.

Costumo viver a vida intensamente através da simplicidade e sabedoria, sigo meu caminho. Não ligo com opiniões de leigos. Porque justamente o preconceito, seja ele cultural, racial ou social nasce de uma opinião obsoleta daquilo que desconhecemos (uma espécie de julgamento).

E como diria Carlos Drummond de Andrade: ‘’Fácil é julgar pessoas que estão sendo expostas pelas circunstâncias. Difícil é encontrar e refletir sobre seus erros, ou tentar fazer diferente algo que já fez muito errado. E é assim que perdemos pessoas especiais. ’’


4 - Quais são suas influências musicais?

No vocal: Tarja Turunen (Ex- Nightwish), Simone Simons (Epica), Floor Jansen (Ex-After forever), Ana Mladinovici (Mágica), Vibeke Stene (Ex- Tristania), Anita Auglend, André Matos, Tobias Sammet, Christopher Lee, Amy Lee, Agnes Zaire, Rosana Lamosa, Inva Mula Tchako, Andrea Amorim, Lígia Ishitani (Rosa Íngea), Rebecca Cords (Ex-Aesma Daeva) etc...


5 - É inegável que a cena rock itambeense passa por espécie de hiato, um limbo. A que você atribui esta estagnação e que medidas você sugeriria para acabar com ela?

Esse assunto é delicado. No entanto, deduzo que se houvesse mais união entre os integrantes que querem que o movimento do Rock cresça primeiramente aqui e na cidade, e futuramente para fora. Mas como diria o velho ditado: ‘’Falar é fácil, difícil é fazer’’. É isso... Deveria-se exitir estimulo, apoio, organização e Líderes!


6 - Você gosta de literatura? O que tem lido e o que recomendaria ao visitantes do blog nesse sentido?

Sim, gosto de literatura. Não sou muito de ler livros, mas sempre que tenho algum tempo, leio algum. Prefiro ler poemas e poesias, e também de escrevê-los.

Em se tratando de livros, o último livro que li foi: Assim falava Zaratustra (Frederico Nietzsche), gosto de romances, gosto também de livros que relatem aventura fictícia como, por exemplo, livros de vampiros e outros seres mitológicos, etc...

Recomendaria lerem: Fortaleza Digital.


7 - Recentemente Bruno Taffarel recebeu menção honrosa aqui no blog por seus trabalhos e você conviveu com ele na era da Soul Sick. Como foi essa experiência?

Foi especial. Como havia falado anteriormente, foi através dele que pude participar fisicamente no mundo da música, através da Soul Sick. Tenho boas recordações dos tempos de banda, dele, dos meninos... (Ítalo, Itallo, Ewerton, Fernandinho, Janielson...), do apoio de alguns integrantes de outras bandas, da galera que ia ver os ensaios...

Eram bons tempos....

Sempre lembro de algumas conversas que tinha com Tafa, e ele sempre focava seus planos futuros para a banda, e até alguns planos futuros para sua vida (Diria que a vida dele, grande parte é constituída pela música) com seu jeitinho meio misterioso e engraçado.

É através da música que despertamos para um mundo muito mágico, ao menos quando canto, eu sinto isso fluir em minhas veias, em minha respiração... A música não só é uma forma de arte, mas também é uma forma para nos libertamos de várias inquietudes da alma.

Resumidamente posso dizer que Taffarel é muito esforçado e mesmo diante das dificuldades, usa sua determinação para atingir seus sonhos. Eu o admiro muito!


8 - Deixe uma mensagem para o pessoal que visita o blog.

‘’Não só vence o mais forte, o mais rápido ou o mais inteligente, e sim aquele que acredita que pode vencer. ’’

^^

Fotos: acervo pessoal de Jany. Photoshop na foto 1: Wander Shirukaya

28/01/2010

Vídeo flashback!

Mais um dos vídeos escondidos pelo youtube: Simbiontes -
Eu com a camisa do São Paulo! ^^

26/01/2010

Vídeo das cavernas

Vídeo clássico dos simbiontes em ensaio na oficina.

25/01/2010

Bruno Taffarel de aniversário!



Hoje, 25 de janeiro, é aniversário de uma das maiores personalidades do cenário rock de Itambé e Pedras de fogo. Bruno Taffarel (foto) é conhecido em toda a região, sem exageros. Exemplo de atitude punk e juventude, tocou em quase todas as bandas/ projetos formados em Itambé (vejam o currículo abaixo) e dono de um som cru e nervoso. apesar do coma musical vivido pela cidade, Taffarel não esmorece e vive tentando a todo custo por lenha nas fogueiras do rock daqui. Fica registrada então a homenagem a um dos veteranos do mundo rock Itambeense. Parabéns, Bruno!!!


^^

Bruno Taffarel
Idade 26 anos
Atividades: professor de desenho (mangá), cobrador, Faixa laranja de Tae-kwon-do, músico.
Histórico de bandas: Sufoco, Simbiontes, Soul Sick, Engov's Band, Sonma, Grupo de Percussão de Pedras de Fogo, Red Arcadia, Boca de Urna, Nirvana Tribute.
Atualmente: Jam sessions para formar banda nova.
Foto: acervo pessoal

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