"Ascensão e queda": romance de estreia!

Saiba como adquirir seu exemplar.

Contos de Wander Shirukaya

Para aqueles que querem conferir o que tenho escrito, dêem uma olhada aqui!

Tergiverso

Sensualidade em forma e conteúdo aguardando sua visita.

O híbrido e a arte

Animes, cinema e literatura

Procurando entrevistas?

Amanda Reznor, André Ricardo aguiar, Betomenezes... Confira estes e tantos mais entrevistados por Wander.

16/02/2010

O pulso ainda pulsa: A volta da Arcádia Vermelha


Tudo bem, é um pouco estranho falar em volta da Arcádia Vermelha, uma vez que ela acabou mesmo ainda em fase embrionária. Mas é fato que seus dois principais idealizadores tiveram uma longa reunião na noite de ontem (15/02) e resolveram renovar os ares e fazer algo, mesmo que na surdina, para contribuir para mais um pouco de ar ou sangue nas veias do cenário rock de Itambé. e foi assim que eu, Wander Shirukaya e Bruno Taffarel (foto) resolvemos compor material para fazer a Arcádia Vermelha funcionar o mais rápido possível. Como amboas já tinham uma boa leva de material guardado, as coisas tendem a andar mais rápido, para felicidade (ou tristeza) geral da nação. Ao surgir de mais notícias, bem sabem onde as verão.

15/02/2010

Anos 00: o que houve (parte III)


Como estou falando sobre a indústria cultural esses dias, vamos falar um pouco sobre como ela influiu (ou influi) no cenário musical, dando certa ênfase para nosso balanço da década de 2000. Principal responsável pelo marasmo artístico contemporâneo, a indústria cultural tende a nos impor um padrão. Esse padrão sofre variações mínimas, apenas para causar a ilusão no ouvinte de que há algo de novo e original, mas olhando bem, tudo se repete numa fórmula, que não deve ser quebrada para não causar eventuais déficits nas vendas do "artista". Assim, o ouvinte acaba se entregando a isso e achando que essa fórmula é um dogma artístico, tendendo a reproduzir as "obras" para seus amigos e parentes. Não se engane, caro leitor, isso não é arte. E é por isso que digo que a década 00 foi muito "fraca" do ponto de vista qualitativo, pois as principais bandas de destaque apenas se preocuparam em plagiar a tríplice Led Zeppelin, The Who (foto) e Beatles, ou então (especialmente na Inglaterra) saudar o eletro pop comum da década de 80. Pergunto-lhes: olhando por este ponto de vista existiu realmente uma década de 2000? Debatamos logo mais.

14/02/2010

Acho que ouvi um ganido: por que é tão difícil achar uma letra boa? (parte I)


Em ritmo de rebolation, digo, de carnaval, vamos apresentando aqui mais uma série de discussões musicais. Afinal, por que cargas d'água ficou tão difícil encontrar bandas/ artistas com letras agradáveis, bem feitas? Essa barbárie artística que vivemos foi prevista por Nostradamus, pelas profecias dos Maias? Quando nos deparamos com a situação que vivemos, não seria absurdo pensar que realmente se trata dos fim dos tempos. Não companheiros, não abordo esse assunto para culpar (apenas) o mercado, a indústia cultural comentada por Adorno (foto); de fato é inegavel a influência destes, mas e quanto a nós, nós homens que temos o verdadeiro poder de mudar o ciclo que atiramos nas fuças das gerações futuras? O que podemos fazer para não nos tornarmos apenas produto do meio e fazer jus aos poderes que temos para tansformar o mundo? Questões como essas soam como um tiro nos meus ouvidos, isso por ver o quanto nos encontramos conformados com a burrice ou ingenuidade dos letristas contemporâneos.
Hoje acredito vivermos a era da tecnocracia. Isso deveria ser uma vantagem. Hoje você pode com um baixo orçamento montar uma banda, organizar uma carreira, fazer um myspace, divulgar por blogs, facebook, etc. Hoje temos a faca e o queijo na mão. O problema é que os artistas não sabem (ou não preferem) cortar. Para detalhar mais nossa discussão, logo mais falarei da facção que não sabe o que faz.
^^

Foto ilustrativa:http://billirubina.files.wordpress.com/2008/03/adorno5.jpg

13/02/2010

Mais vídeos

Clássico "Breed" do NIirvana, apresentado pelos Simbiontes na I Festa da Rock House, em Itambé.

11/02/2010

Prog, indie e fusion: primos? (parte I)


Bom, começarei então uma nova série sobre música aqui no blog, porém essa é bastante estranha. Aconselho que seja lida por aquelas pessoas que não têm o que fazer. Como introduzi postagens antes, venho bolando aqui no juízo que os três segmentos musicais anunciados no título desse post me parecem muito próximos. O que a primeira vista parece absurdo ganha sentido; não me lembro quem foi o afortunado que disse que todas as coisas têm semelhança entre si, isso depende apenas do referencial. Destarte, resolvi escolher um referencial que a meu ver, torna possível que "rótulos" como Indie pop/ rock, rock progressivo e fusion sejam vistos quase da mesma maneira. O experimentalismo que envolve estes três cenáriuos é majestoso, enorme, infindável. Na minha humilde e caótica opinião, o experimentalismo serve de espinha dorsal dos três estilos. Isso será o que procurarei exibir aqui. Por hoje mostro um exemplo indie e bem contemporâneo, para lhes facilitar a visualização.
Fazer música partindo do princípio do experimentalismo me pareceu sempre um caminho bastante complexo, sujeito a erros catastróficos, porém o que têm os resultados mais belos que se pode esperar, pelo menos em se tratando de arte. Dirty Projectors (foto) cai como uma luva nessa divagação, embora saibamos que a banda é uma gotinha dentro desse oceano obscuro que é fazer música experimental. Por que indie é experimental? Comentaremos isso logo mais, para que este post não tome uma proporção muito exagerada. Por hora, mostro um exemplo do experimentalismo da banda supraciotada para fomentar a discussão. Enjoy!



09/02/2010

As dúvidas cruéis continuam...

Não é novidade a quem acompanha minhas lamúrias nesse blog que tenho passado por um processo de escolhas no que diz respeitos a alguns contos que devem integrar o que Deus queira seja meu primeiro livro. Já falei da angústia de escolher o título. Ainda não o escolhi. Pior: agora morro de agonia para decidir a ordem em que os contos escolhidos (serão entre 16 e 18 contos) se apresentarão ao leitor. Provavelmente o primeiro texto do livro será Cabelos de sangue, conto que traz a história de uma mulher feroz em busca da liberdade. Sei que é meio estranho falar sobre esses textos pois boa parte deles não circula por aí, mas à medida que der apresento algo para vocês.

08/02/2010

Em Goiana: Ademauro Coutinho

A fila

Passa tempo
E horas.
Entre um a cem
Ou até mais de mil.
Estou na fila
Fazer o quê?
É Brasil.

Acima o leitor pode ver um exemplo da poesia simples, porém nem um pouco simplória de um dos integrantes do movimento de poesia que sacode a cidade de Goiana-PE. Sou meio suspéito para falar de muita gente, como é o caso agora, mas tento ser justo e com o mínimo de rasgação de seda. Sendo assim, apresento aos que ainda não conhecem este poeta goianense. Ademauro Coutinho é dono de versos interessantes, que constroem, em sua maioria, poemetos que divagam sobre nosso cotidiano. Talvez isso seja o que mais atrai em sua poesia (por outro lado isso pode causar uma certa insatisfação ao leitor que correr demais sem se ater à carga semântica das palavras envolvidas): a brevidade. como os poemas são curtos por excelência, eles parecem casar perfeitamente com o cotidiano de horas do rush, motobots, flashes, twitters e MC Donalds. E acredite, isso no caso o favorece. Logo, deixo vocês com mais um de seus poemas que rolam por aqui. Espero que apreciem.


Fração


Um sexto de absurdo
Dois sextos de loucura,
A vida é fracionária,
Múltipla, divisiva e obscura.


Fonte: http://silencio-interrompido.blogspot.com/search/label/Ademauro%20Coutinho

Mais clássico dos Wind Bees!

Na festa da Itambé Rock House II, em 2008. Bons tempos que não voltam mais... :(

07/02/2010

Prévia dos próximos episódios

Bom, caros leitores, como hoje é domingo minha imaginação não está tão boa; logo, deixo esse pequeno post para falar um pouco do que pretendo expor aqui no blog:

- Logo mais teremos duas entrevistas: Nando Cabral deve dar um dedinho de prosa para falar de guitarra, heavy metal e literatura; já Geisiara Lima deve dar as caras para mostrar um pouco de sua poesia e falar sobre os rumos da literatura em nossa amada mata-norte pernambucana.

- Continuação da exposição de minhas personagens femininas. A bola da vez são as que fazem e acontecem.

- Música, listas, tops da década 00: discussão de música e filosofia se avizinha.

Vou ver se escolho algum conto pra expor para vocês.

^^

06/02/2010

Angústia dos títulos

A vida é feita de escolhas, meus caros. Com alguém que se julga escritor e gosta tanto de literatura não poderia ser diferente. talvez por isso eu me refira muito a esse processo de composição como um "parto doloroso". o resultado final sempre agrada, mesmo que não seja uma boa obra de arte; ter saído de suas entranhas já te garante um sabor especial, a satisfação do dever cumprido. Mas se tem uma coisa que me tira o juízo é pensar em títulos. Demoro muito tempo do processo pensando em títulos que sejam significativos e que atendam a meus propósitos. É traalho de Sísifo, pode crer. A coisa só piora quando chego no estágio em que estou agora: pretendo batizar meu livrinho. pensei em dois títulos: o primeiro era Balelas, nome que me mostra uma alusão clara a situações vividas pela personagens perante um cotidiano implacável e muitas vezes medíocre. Balelas resumiria muito do tom de meus contos, servindo de afirmação nesse sentido (o de representar o dia-a-dia), e por outro lado soa irônico ao leitor mais atento, ao perceber que há algo mais por entre aquelas linhas exibidas. concomitantemente, pensei num título mais longo, estranho e que pudesse não apenas representar climas dos contos como causar por si só uma sensação de inquietação ao leitor. Eis que me surgiu Canções de confortar cadáveres. esse título, a meu ver, convida o leitor a entrar num mundo incerto, fragmentado, que não se desmembra com facilidade, que requer mais a paciência, a percepção e o raciocínio daquele que lê. Há, ainda agora, um impasse em mim. Não penso em por estes nomes numa enquete, por exemplo, pois a decisão, apesar de levar em consideração os fatores externos (pitacos dos amigos também valem), é uma busca solitário, como sempre tenho dito aqui. aos que me quiserem ajudar, fica a liberdade. Assim que eu decidir, comento em novo post.

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