"Ascensão e queda": romance de estreia!

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Contos de Wander Shirukaya

Para aqueles que querem conferir o que tenho escrito, dêem uma olhada aqui!

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O híbrido e a arte

Animes, cinema e literatura

Procurando entrevistas?

Amanda Reznor, André Ricardo aguiar, Betomenezes... Confira estes e tantos mais entrevistados por Wander.

10/03/2011

Entrevistando Waldir Jr.

Bem antes deste blog existir já havia algumas entrevistas que fiz com o pessoal das artes da mata-norte para o Blog Itambé Rock, hoje às moscas. Aos que não conheciam, fica a oportunidade. Espero que gostem.



O Blog Itambé Rock entrevistou Waldir Jr., conhecido pelas andanças itambeenses como Wal Doido. Apesar do apelido, vc pod conferir q d doido ele nao tm nada. Confiram o q esse grande Trompista tm a nos dizer.


Blog Itambé Rock – Você toca um instrumento que não é nem um pouco popular num sentido geral. Como se sente a esse respeito morando num local com tantos problemas como o nosso?
Wal - Sim! A Trompa é um instrumento nem um pouco popular, ele é muito requisitado no campo da música erudita como orquestras sinfônicas Não é muito tradicional o uso da Trompa na música popular pois raramente os compositores populares escrevem peças para esse instrumento. Eu sinto que a música em Itambé estar morrendo aos poucos, pois o apoio do poder público é totalmente escasso ao ramo da música e principalmente no campo da música erudita como também no apoio das bandas alternativas que existem em nosso município, hoje em dia em nosso município passamos pela fase do holocausto musical; acabou-se o tempo que as pessoas se interessavam por música de qualidade, isso é um problema que jamais vai mudar. Mas acredito que ainda existe pessoas sensatas em nossa cidade e que gosta da boa qualidade musical por isso que a boa qualidade ainda não morreu em nossa cidade. Viva a boa música!
BIR – O q vc faria para melhorar a visão geral das pessoas nesse sentido?
Wal - Perante a divulgação da boa música temos que fazer movimentos e ir até o poder publico cobrar deles o direito pela cultura e a mobilização deles para apoiar a boa música e as bandas alternativas. Pois quando é para exercemos o direito maior de democracia que o brasileiro lutou por mais de 30 anos o voto para colocarem eles lá no poder num instante a música erudita presta pra eles e cultura é tudo e as bandas alternativas são as melhores isso é publico e notório e é fato consumado não temos apoio algum. Nem na época da política recebemos apoio algum também e imagina depois? Claro que não por isso que digo os apoios são para as músicas de má qualidade a prefeitura gasta milhões de R$ para trazer bandas péssimas e isso só faz alimentar a adesão de pessoas em nossa cidade que gostam da péssima música e não dão valor a boa música verdadeiramente por isso que falo a tendência é esse genocídio aumentar a cada dia que se passa.

BIR – Quais os seus planos para 2009?
Wal - Meus planos são exatamente voltar a trabalhar no ramo da música erudita na capital paraibana. Pois lá o campo musical é extremante aberto com orquestras, grupos de câmera e vários festivais. pois o mercado musical na Paraíba é muito aberto nos dias de hoje os músicos paraibanos são considerados pela critica nacional hoje em dia como um dos melhores do Brasil. apesar da minha pernambucanidade que jamais negarei isso mas a Paraíba mim adotou musicalmente. E pretendo viver o mundo da música lá, pois lá é a escada principal pra crescer num futuro não muito longe bem próximo.

BIR – Obg.
Wal – certo
Entrevista cedida em 2008. Fonte.

05/03/2011

Composição e performance (parte I)

Faz um bom tempo que não trago novas discussões para o blog. Redimo-me então, trazendo uma série que pretende filosofar sobre arte, em especial no que diz respeito às nossas relações com outros artistas dentro de nossos projeto. Comumente lidamos com outros para compor o nosso todo, nossa obr-prima, especialmente na música e na dança. O outro a que refiro não é apenas o outro artista, mas outro elemento de composição que, por razões diversas não podemos dominar nem coordenar em plenitude. As eternas brigas entre vocalistas e guitarristas, o sincronismo e perfeição de movimentos de bailarinos ou até mesmo o esmero de grupos artísticos do cinema serão o foco de nossa conversa.
Como este post é de introdução paro por aqui deixando aberta a voz para vocês comentarem. Logo mais, nos aprofundaremos no assunto. Espero que gostem.

Foto: http://images.easyart.com/i/prints/rw/lg/1/4/Miriam-Briks-Guitar-Player-14694.jpg

02/03/2011

Como foi o Grito Rock João Pessoa - 26/02


 Neste último fim de semana rolou em João Pessoa o Grito Rock, que reuniu 33 bandas em duas noites de muita música. Presenciei o segundo dia, apenas, e fiquei maravilhado com a competência das bandas que deram o seu plá. Figurinhas carimbadas como os Subversivos (foto 2) de Recife e muitas bandas novas emplacaram músicas muito boas e bem executadas; o nível estava alto, tanto no palco principal como no Pogo Pub, local reservado para a turma das camisas pretas, onde vi a também competente Harpyah, da Paraíba (foto 1) em ação. Enfim, muitos foram os destaques, Hazamat (PB) The Rovers (PB), Seu Zé (RN)... Se eu for comentar tudo este post virará uma "palestra". Bom, aqueles que se interessarem em conhecer as bandas, a net está aí de portas abertas.

Fotos: acervo pessoal.

26/02/2011

Grito Rock rolando em João Pessoa!


Mais informações no Twitter do Espaço Mundo.

21/02/2011

Livro I; Cap. XVII: Kittie vs. Dankill

É pena que Kittie não tenha sido tão efetiva em seu embate. Não tanto por falta de poder de sua parte, mas pela eficiência de Dankill, Hildegard e Legolas em neutralizar as investidas de Rasputin e Wiltord, os dois aliados do grupo da clériga. Mesmo tendo perdido aluta, Kittie deixou muitos que assistiam pasmos. O primeiro dos motivos foi pela estranha arma que carregava, exótica e talvez única, chamada por ela de espada-estrela. Viu-se que ela podia proteger como um pequeno escudo, cortar como qualquer lâmina e ainda ser arremessada violentamente e retornar tal como um bumerangue. Isto, somando-se à magias de energia extremamente negativa, fizeram de Kittie uma adversária de respeito. Zephior, Kailan e os demais espectadores ficaram muito assustados quando ela tocou o peito de Dankill com sua mão cadavérica, um toque que, segundo os conhecimentos de Zephir, o poria morto imediatamente. Por sorte, o vigor de Dankill é grande e a magia acabou não surtindo o efeito que ela queria. Todos atacaram em conjunto, sem dar chances à clériga, que acabou se rendendo.
Derrotada, Kittie observara a alegria do grupo, mas vendo que sua misteriosa missão estava apenas comeando, passou então a bolar a primeira aproximação. O grupo vencedor se aproximou então da final, que contaria com tudo que ele não queria.

Continua...

16/02/2011

Ademauro Coutinho e André P. falam de poesia

Os poetas do Silêncio Interrompido André P. e Ademauro Coutinho dão um depoimento legal falando sobre poesia, eventos, divulgação e tudo mais que gostamos. Confiram.

12/02/2011

Acho que ouvi um ganido: por que é tão difícil achar uma letra boa? (parte VII)

Põe um aparelho no seu dente,
Coloca a argola na orelha,
Depois põe esse piercing na tua língua,
Injeta silicone no teu peito,
Faz uma porção de tatuagem,
Encosta na tua pele ferro quente,
Imprime no teu corpo uma palavra,
E põe um parafuso na cabeça.
Faz uma trepanação no cérebro,
Puxa, corta, rasga e aperta.
O teu sexo, o teu sexo.
Faz um pieling, põe um marca-passo,
Se mutila todo e fica vesgo,
Introduz um córneo na tua testa
E põe um parafuso na cabeça.
Põe um parafuso na cabeça, põe um parafuso na cabeça....

Rogério Skylab, Parafuso na cabeça

Grandes amigos, visitantes deste blog, retomo agora uma série que estava um pouco esquecida, em que mostramos exemplos de boas letras de música e discutimos por que razão não se tem seguido tanto estes exemplos na hora de compor. E para mostrar que o underground também tem seu valor, trago um divertido e controverso artista: Rogério Skylab
Bom, observando a letra, e ao nos ampararmos meramente na biografia do artista, tido como louco de carteirinha por muitos, logo esta letra se apresenta tola, simplória, também cheia de elementos grotescos que tanto chamam atenção em sua carreira. Entretanto, acreditar que é uma mera canção seria um erro, dissolvido ao analisar um pouquinho mais as possibilidades semânticas empregadas nesta letra. Pegando a frase do refrão, por exemplo, já fica fácil tomar outro rumo. Ora, não se trata apenas de falar em pôr piercings, mais de ajustarmos nosso parafusos soltos. Veja que as sugestões do eu-lírico são atitudes extremas tomadas pela sociedade caótica, o uso de silicone, mutilações, tatuagens em demasia... Não seria hora de pormos um parafuso em nossas cabeças? Que tal imprimir palavras em os que sejam significativas, tais como sabedoria, juízo, consciência? Esta idéia impplícita na música não me parece tão difícil de ser percebida. Sendo assim, dá para ver que essa (e outras) possibilidade de leitura contribui para uma desautomatização da linguagem, para usar um termo mais técnico, o que faz com que a sua experiência diante do texto seja, entre outras coisas de maior impacto, garantindo-lhe os padrões de qualidade estética instaurados ao longo de nossos tempos.
E, como, sempre, diante de bons exemplos, nos perguntamos porque tanta coisa ruim? Não que a arte precise de esforço ao máximo, mas será mesmo que precisamos nos contentar com tão pouco quanto nos oferem as canções das rádios? Eis a questão, meus caros. Comentem, sugestões de canções para observar também seria uma boa pedida. 







08/02/2011

Com vocês: CAIXA BAIXA!


Saudações a todos! Hoje apresento para vocês o Caixa Baixa, um grupo de jovens artistas e intelectuais do estado da Paraíba, ao qual fui gentilmente convidado pelo poeta/filósofo/escrivinhador Félix Maranganha. No último dia 05 de fevereiro presenciei o segundo encontro da turma, ocorrido em João Pessoa, regado a uma boa cervejinhha e munido de muita inspiração e engajamento por parte dos membros. O grupo está, digamos assim, ainda em fase embrionária, decidindo questões importantes sobre a organização e divulgação do grupo. Sendo assim, comentarei mais sobre a trupe em postagens vindouras, por enquanto deixo já os primeiros links relativos ao projeto, para que você, meu leitor, possa conferir melhor do que se trata (vá por mim, é coisa fina):


Fotos: acervo pessoal.

02/02/2011

Como foi o show da Maldita em João Pessoa

 A banda carioca Maldita está em turnê pelo Nordeste e neste último dia 30/01 deu as caras no Espaço Mundo em João Pessoa - PB. Estive por lá e pude conferir que a atenção positiva que a banda vem chamando por parte de crítica e público é sim verdadeira. 
Ao contrário do que eu esperava, o setlista, não se baseou diretamente no mais novo álbum, Nero (2010), construindo-se de forma equilibrada entre este e os anteriores Paraíso Perdido (2007) e o já conhecido Mortos ao amanhecer (2005). A escolha do repertório foi feita, acredito, para fazer a galera bater cabeça mesmo, visto que a preferência da banda foi por apresentar canções mais rápidas e agressivas. Teve também um momento bastante aclamado, a performance na bateria de Vidault, baseando-se em samlplers de grandes clássicos do Prodigy, Slayer e Sepultura.
Ao fim o assédio do pessoal foi grande, mas mesmo assim a banda se mostrou bastante feliz em interagir com todos, demonstrando humildade pouco vista no mundo do rock e deixando claro a "brodagem" característica do underground. Espero então que a banda permaneça subindo a ladeira como vem fazendo, a cada álbum a Maldita demonstra que merece crédito. É isso aí. 


Fotos: acervo pessoal. (1) A banda mandando ver; (2) Erich Mariani em ação; (3) Erich e eu depois do show; (4) Eu com o legal (e bom) guitarrista Lereu.

29/01/2011

Livro I; Cap. XVII - O machado rachado e a rivalidade entre os clérigos

Entretanto, antes de qualquer outra coisa, Dankill, Hildegard e Legolas deveriam passar por um grupo especial, o de Karina Vonkova, Schweinzteiger e Wiltord. A clériga e dois competentes guerreiros foram os adversários da segunda fase do torneio. Os da primeira não tinham sido tão fortes, agora os heróis teriam oportunidades para testar suas habilidades mais poderosas. Foi o que aconteceu.
O guerreiro Schweinzteiger logo mostrou a que veio e com um golpe poderoso de sua espada, conseguiu rachar o machado de Dankill.
- Miserável!
O ódio subiu a cabeça do bárbaro, que ensandecido partiu para cima do adversário com golpes violentíssimos, um em especial num ponto vital, não dando mais chance ao guerreiro. 
Wiltord não foi muito eficiente, cabendo à Karina estabelecer a vitória. Usando de magia para criar uma arma que atacasse um inimigo, partiu para cima do outro. Hildegard a conhecia bem, eram clérigos que veneravam o mesmo deus, mas talvez sem a mesma astúcia. Logo, a clériga conseguiu entretê-lo com sua mágica, partindo para cima de Legolas. Como era de se esperar, cuidar de três adversários era impossível, o que acabou decretando a derrota de Karina. Vítima do riso de Hildegard, sua arqui-inimiga jurou encontrá-lo em breve para um acerto de contas. Saiu, sempre com cara de poucos amigos.
continua...

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