"Ascensão e queda": romance de estreia!

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Contos de Wander Shirukaya

Para aqueles que querem conferir o que tenho escrito, dêem uma olhada aqui!

Tergiverso

Sensualidade em forma e conteúdo aguardando sua visita.

O híbrido e a arte

Animes, cinema e literatura

Procurando entrevistas?

Amanda Reznor, André Ricardo aguiar, Betomenezes... Confira estes e tantos mais entrevistados por Wander.

19/01/2011

Arte e propaganda (parte IV - final)


Há quem acredite que o famoso cidadão da foto, Theodor Adorno, estivesse exagerando com seus estudos estético-filosóficos em que diz que o imediatismo capitalista forçará sempre toda e qualquer coisa a seguir seus modelos. Estando o artista também neste turbilhão, é muito provável que a sensibilidade e o maleabilidade no tempo de composição se rendam aos cronômetros e à produção em série. Olhando por este prisma, estaria Adorno errado? Ora, não é o que vemos quando mal um artista surge e emplaca algum hit meia-boca e ele já está com CD e DVD ao vivo na praça? Coletâneas e mais coletâneas saindo e nada de obras novas? Quando vemos obra novas, estas saem mais rápido que pão quente às seis, pondo em xeque a qualidade da obra. Essa pressa toda faz com que um objeto metafísico, singular, se torne algo simples e que qualquer um pode construir em sua casa, muitas vezes no fundo do quintal ou até com um celular. Arte então vira mercado e, como tal, está subserviente à propaganda. Resumir o que Adorno queira dizer aqui é difícil, mas o que se pode constatar é que ele observa e condena este processo, mas, até onde sei, não diz ser o mercado/ propaganda algo de que o artista deve se afastar. Como disse em posts anteriores, o artista deve usufruir do mercado, deve fazer propaganda, mas sua relação com ela deve ser de amor, de flerte, não de sórdida prostituição. O artista tem que ter em mente que ELE deve dar as cartas, o que também sabemos que nem sempre é fácil. Após esta consciência ele pode tranformá-la em ações que o divulgarão e expandirão o acesso às suas obras, angariando fãs e etc. Assim, veremos que estes louros são uma possível consequência do trabalho bem feito, não uma meta. Enfim, este não é um assunto simples, se o fosse, não veríamos "artistas" chinfrins a tantas quantidades por aí. É preciso buscar saídas, mas, acima de tudo, nunca sair do mundo fantástico da arte. Por fim, como assumo não ser conhecedor de toda a obra deste grande mestre, se alguém conhecer algum posicionamento que se oponha a estaidéia que expus, deixe um comentário, sinta-se à vontade, o mundo - e este blog - é nosso!

17/01/2011

LIvro I; Cap. XVI: Kittie

Visivelmente uma clériga maligna, mas não de aparência forte e astuta tal qual Karina Vonkova; a moça era também magra, mas muito mais pálida (por muitas vezes o grupo pensou que estava diante de alguém muito doente). Ao contrário do que sua aparência sugeria, ela logo se tornou temida, tamanha fora a objetividade e frieza do único ataque com que venceu seu primeiro adversário. A pequena cruz em forma de estrela invertida foi tocada, seguiu-se uma energia nefasta que fez sua mão parecer decomposta; um toque e o adversário caiu sem forças no chão, socorrido às pressas. Kittie, a tal clériga de Nami, deusa das trevas, sacou então uma arma estranha, misto de espada e bumerangue, que chamava de espada-estrela, no intento de atirá-la contra os demais alvos, mas não fora necessário. Seus companheiros de grupo já tinham também tomado conta da luta. Zephir, da platéia, engoliu seco aquela cena, Dankill sorriu com a oportunidade de uma grande batalha logo mais.

continua...

14/01/2011

Blog de volta à ativa!



Saudações, caros amigos, leitores deste blog. É com muita alegria que inicio este 2011, retomando as atividades artísticas. Este post é mais informativo, sobre o que vocês podem esperar. Tudo indica (não, não li no horóscopo) que o ano será bem mais produtivo para mim no que tange ao âmbito literário: o livro Balelas continua no prelo, amanhã participarei de um encontro muito divertido (tomara) com escritores paraibanos (publicados e não publicados) na cidade de Jampa; logo mais trarei uma matéria sobre isso. Há grandes possibilidades de novas manifestações literárias pelas redondezas, a julgar a intensa atividade de meus colegas do Silêncio Interrompido, minhas próprias e de alguns projetos que se encaminham nas cidades aqui circunvizinhas. Para coroar, numa mistura de audácia e vegonha lhes informo que logo mais este blog ganhará uma extensão dedicada a minhas poesias. Admito ter tido por muito um pezinho atrás com este tipo de arte, mas acabei me rendendo (quem mandou viver cercado por poetas?) aos versos métricas e tudo que de fascinante tem no ato de compor um poema. É uma pena que a música pareça manter-se fraca por aqui. Mesmo assim, compensarei esta lacuna procurando como sempre coisas legais a mostrar e discutir com vocês. Até logo mais.

23/12/2010

Boas festas a todos!

Meus amigos, estou postando este texto por dois motivos: primeiramente, desejo a todos vocês que realizem suas metas e sonhos no novo ano que se aproxima. Muita paz e alegria para todos. O segundo motivo é para avisar que este blog, apesar da cara nova já apresentada agora, entrará em um pequeno recesso, voltando às postagens de costume após as festas. Vem novidades legais par mim neste início de 2011, entre elas o lançamento do tão falado livro e algumas coisinhas mais. Enfim, espero contar no ano que vem com as visitas de todos que gostam de meu blog. Grande abraço.











21/12/2010

Clipe da Prisma Orbe

 

A banda indie de Goiana, Prisma Orbe, fez um clipe para divulgar o seu trabalho. Espero que gostem.

16/12/2010

Iapôi Cineclube especial (Goiana - PE)

10/12/2010

Conto, câmera, ação! (parte IV)

Passando para uma parte mais específica desta série, chamo atenção para uma relação não tão difícil de se perceber quando falamos em literatura e cinema: a do conto com a do curta-metragem. Ambas as linguagens têm muito em comum, a começar pela já conhecida idéia de brevidade. Convencionou-se ao longo das décadas que a extensão física de um conto deve ser pequena (é claro que há controvérsias, inclusive minhas, mas isso é outra história), não pequena demais, mas pequena o bastante para dizer o que é extreamente necessário para a narrativa. Da mesma forma, essa sensação de redução está para o curta-metragem (algo evidenciado até no próprio nome). O resultado destas similaridades é um casamento quase perfeito entre os dois segmentos artísticos. Cresce então o número de contos adaptados para a narrativa curta cinematográfica, e, na maioria das vezes, com resultados muito bons. Logo mais, falarei de mais pontos em comu e procurarei alguns exemplos legais. Até lá.


06/12/2010

Como foi o XI Tipóia Festival (parte III)

Para finalizar a série sobre o Tipóia, falo das demais atrações, em especial daquelas que fogem da linha heavy/ hardcore comumente maior na noite de sábado do evento. Teve rap com Alex na Mente (Paulista), coco com Zé de Teté (Limoeiro) e também o bom e velho rock de Lula Côrtes. A festa foi garantida e um bom número de pessoas caiu na dança, o coco rolou solto e mostra a força regional, comprova que ainda há muita gente jovem preocupada com a preservação destas manifestações. Já o Lula Côrtes, como bom boêmio que é, fez a social pelas imediações com muita alegria e disposição, tirou fotos com muita gente (comigo inclusive, como vocês podem conferir). O show foi potente e, sem dúvida, o mais legal da noite. É uma pena que ele tenha sido deixado para tão tarde, op que prejudicou tanto na quantidade de público, quanto na duração do show por causa da Lei do Silêncio local; assim, o show ganhou um certo ar de pressa, mas graças aos deuses do rock tudo correu bem. O saldo que fica é de um Tipóia que se mantém forte no calendário alternativo de Pernambuco, mas que no geral poderia ter sido melhor. O bom dessa conclusão é que sabemos que a organização do evento continuará sempre a todo vapor para proporcionar diversão e arte de qualidade ao público. Sendo assim, que venha o próximo Tipóia! \o/
Fotos: acervo pessoal.

02/12/2010

Show do Prisma Orbe em Goiana

01/12/2010

Como foi o XI Tipóia Festival (parte II)



Falemos agora um pouco sobre a parte mais heavy/ hardcore da noite de sábado do Tipóia, na qual estive presente. Bom, a noite foi dedicada às bandas mais pesadas, porém senti que mais podia ser proporcionado, observando as coisas de um modo geral. O Cabeças Podres estreve de volta ao festival e mandou bem, ao menos nas suas canções. A execução de Anarchy in UK podia ter sido deixada de lado. O nome forte do Hanagorik trouxe o público em peso, mas, ao menos para mim, quem mais incendiou a coisa toda na linha foi o Cruor (foto), que logo na entrada chamou todos para a roda. A diversão foi garantida e a execução das músicas foi bem feita. Saliento também a boa atuação da polícia ao evitar transtornos com os famosos bebuns encrenqueiros de plantão. Enfim, foi uma noite forte e gloriosa, que não parou por aí. Logo mais, comento os ritmos regionais que também fizeram bonito, bem como a atração especial da noite.
Até mais.


Foto: acervo pessoal


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